Visitas a centros de Saúde dias 17 e 18 Janeiro
18/01/2019

Nos dias 17 e 18 de janeiro de 2019, por iniciativa do SINDEPOR e na presença dos seus representantes Zita Silva, Laurindo Pestana e Evaristo Faria realizaram-se visitas aos centros de Saúde do Arco de São Jorge, São Jorge, Faial, São Roque do Faial e Porto da Cruz.

Efectuada apresentação do Sindepor, sua estrutura Nacional e Regional, questões e panorama sindical Nacional.

O discurso de convergência sindical, o retratar a vontade da classe através das suas reivindicações são pontos se referência no percurso do SINDEPOR.
Foi abordado o descongelamento das progressões, subsidio de função aos especialistas e luta pela carreira.

A nível regional de focar a capacidade de organização, determinação e trabalho em prol da classe que a estrutura do SINDEPOR tem demonstrado no acompanhamento das greves, manifestações e acima de tudo a capacidade de inovar. Como prova disso a apresentação ao Governo Regional da intenção de negociar um acordo de empresa entre o SESARAM e os Enfermeiros. É legalmente possível, é exequível e já foi feito cá na região. Caberá às estruturas sindicais da região acompanharem o SINDEPOR neste processo.

O SINDEPOR mantém uma forte convicção e determinação na resolução das reivindicações da classe. Nesse sentido apela a todos os enfermeiros não sindicalizados, que são uma grande parte, que se juntem a esta luta que é de TODOS.
Estamos na greve cirúrgica a nível continental e encetaremos todos os esforços na resolução dos problemas da classe na Madeira, não colocando de parte, como é óbvio, outras formas de luta cá na região se as nossas pretensões não forem atendidas, nomeadamente a greve cirúrgica.

Um muito obrigado a todos os colegas pela forma calorosa e disponível como nos acolheram...

Presentes pelo SINDEPOR, Zita Silva, Laurindo Pestana e Evaristo Faria

A Direção Nacional do SINDEPOR


Negociação com o Ministério da Saúde mantém-se num impasse
17/01/2019

O SINDEPOR comunica a todos os colegas que a negociação com o Ministério da Saúde se mantém num impasse, mas com alguns sinais de avanços que consideramos ser os suficientes para suspender o início da greve cirúrgica II até ao dia 30 de Janeiro (data da nova reunião).

Acima de tudo e considerando que alguns colegas poderão pensar ser um recuo, manifestamos a nossa vontade de renovar com novas formas de luta, caso não se chegue a entendimento nesse dia.

Mantemos a firmeza na negociação das progressões para todos os Enfermeiros incluindo os que foram actualizados aos 1201 euros, o início de carreira no índice 23 (1614 euros) e a redução na idade de aposentação.

Relembramos a todos, que sem negociar nunca conseguiremos atingir o fim a que nos propomos, por isso estamos extremamente empenhados em o fazer. Pedimos que guardem todas as vossas forças para medidas futuras que irão ser implementadas, caso se mantenha o impasse no alcance das nossas reivindicações.

OBRIGADO!



Para os Serviços do CHU S. João, CHU Porto, CH V.N. de Gaia/Espinho, CH Tondela-Viseu, Hospital Garcia de Orta e CH Entre Douro e Vouga.

Para os Serviços do Escala Braga – Sociedade Gestora do Estabelecimento, S.A. (Hospital Braga)


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Reunião de Sindicatos na Madeira
16/01/2019

Hoje dia 16 de janeiro se 2019, por iniciativa do SINDEPOR, realizou-se uma reunião entre as estruturas sindicais de enfermagem da Madeira, SINDEPOR e SERAM, com o objetivo de discutir a atual situação da Enfermagem na Região Autónoma da Madeira.

Foi abordado o descongelamento das progressões, sendo este um ponto em que os dois sindicatos encontram-se em consonância, em que se deverá aplicar na região o que foi acordado na última reunião com o Ministério da Saúde, ou seja 1,5 pontos de 2004 a 2014 e dois pontos por biénio até 2018, a todos os enfermeiros independentemente do vínculo.

Igualmente, foi abordada a proposta apresentada pelo SINDEPOR ao Secretário Regional da Saúde, em dezembro de 2018, da possibilidade de negociação de um acordo de empresa, que abrangeria todos os enfermeiros do SESARAM, acordo esse onde se inclui as diferentes categorias de enfermagem, funções inerentes e tabela salarial, com valorização de todos os enfermeiros. Ficou acordado novo encontro entre as estruturas sindicais em fevereiro no sentido de se tentarem encontrar pontos de convergência mútua.

Presentemente o SINDEPOR encontra-se num processo eleitoral interno, culminando no dia 26 de janeiro com a eleição dos seus representantes regionais.

Dará início a um programa de visitas aos centros de saúde da zona leste e Funchal, depois de já ter realizado visita aos centros de saúde do Norte e zona oeste da Madeira.

O SINDEPOR mantém uma forte convicção e determinação na resolução das reivindicações da classe. Nesse sentido apela a todos os enfermeiros não sindicalizados, que são uma grande parte, que se juntem a esta luta que é  de TODOS. Estamos na greve cirúrgica a nível continental e encetaremos todos os esforços na resolução dos problemas da classe na Madeira  não colocando de parte como é obvio outras formas de luta cá na região se as nossas pretensões não forem atendidas. Mantemos e demostramos continuamente o nosso discurso de convergência pois só  assim se conseguirão acordos proficuos e abrangentes.

JUNTOSSOMOSMAISFORTES


12/01/2019
À atenção de TODOS os colegas:


Rescaldo da reunião negocial de 11/01/2019

Rescaldo da reunião negocial de 11 de janeiro entre SINDEPOR, ASPE e Ministério da Saúde.

===> MANTÉM-SE A GREVE DE 14 DE JANEIRO A 28 DE FEVEREIRO <===


Memorando de Entendimento
07/01/2019

Antes da saída do comunicado com as conclusões da reunião de ontem, gostaríamos que os colegas tomassem conhecimento do memorando de entendimento enviado pelo SINDEPOR e pela ASPE ao Ministério da Saúde antes da reunião realizada ontem, mantendo a transparência e conhecimento possível, num processo negocial que está em curso pela Enfermagem e para TODOS os Enfermeiros.


SINDEPOR no programa Saúde em Dia do canal S+
10/01/2019

SINDEPOR, representado por Luís Mós, na edição de 9 de janeiro do programa Saúde em Dia do canal S+ com o rescaldo e clarificação dos motivos da Greve que decorreu de 22 de novembro a 31 de dezembro de 2018.

https://www.facebook.com/sindepor/videos/2224837104502202/?epa=SEARCH_BOX


Quem nos trata da saúde?
09/01/2019

Artigos esclarecedores como este, o SINDEPOR como Sindicato recente no panorama sindical da Enfermagem e que tem lutado pela valorização de TODOS os Enfermeiros, sente obrigação de dar destaque, porque repõe um pouco da verdade nas muitas mentiras que têm dito de uma classe, que tem sido sucessivamente injustiçada por palavras ou inacção na resolução dos seus problemas ao longo de anos por parte dos nossos governantes. Na Revista Visão de amanhã a reportagem completa. Mudar é preciso.

http://visao.sapo.pt/…/…/2019-01-09-Quem-nos-trata-da-saude-


SINDEPOR: Objetivos inclusos no Pré-aviso de greve
06/01/2019

Para tirar quaisquer dúvidas que possam persistir nos motivos de luta do SINDEPOR, publicamos os objectivos de greve inclusos no Pré-aviso de greve. TODOS CONTAM!

O Presidente do SINDEPOR

Enfermeiro Carlos Ramalho


TVI: Governo avança com contratação de enfermeiros
06/01/2019

Presidente do SINDEPOR, Enfermeiro Carlos Ramalho, em declarações à TVI em peça noticiosa no Jornal da Noite, fala na contratação dos 450 Enfermeiros anunciada pelo Ministério, classificando-a como boa, mas insuficiente... Aborda também o atual estado das negociações, greve decretada, importância das progressões uniformes para TODOS, ...MUDAR É PRECISO!

https://tvi24.iol.pt/…/governo-ava…/5c31099b0cf2adafd002ca35


Palavra do Ano 2018: Enfermeiro !
05-01-2019

O SINDEPOR congratula-se por a palavra do ano escolhida por 226.000 votantes ter sido ENFERMEIRO com 37,8%.
Embora não implique diretamente nas nossas lutas e nos resultados alcançados, significa que as novas formas de lutas, o nosso envolvimento e apoio na maior greve de Enfermagem em termos de tempo de duração, acabaram por contribuir para que a nossa sociedade se lembrasse de uma classe que cuida de TODOS os portugueses, sempre que necessita. Mantemos a nossa convicção que o ano de 2019 poderá ser O ANO. Contem connosco para manter a forma de estar responsável, coerente na defesa de TODA a classe de Enfermagem.

Palavra_do_Ano_2018-Enfermeiro

Declarações do SINDEPOR e da ASPE, à saída da ronda negocial na ACSS.
04/01/2019

https://sicnoticias.sapo.pt/…/2019-01-04-Enfermeiros-satisf…


Na Rádio Renascença
04/01/2019

Presidente do SINDEPOR, Enfermeiro Carlos Ramalho, hoje de manhã em declarações à Rádio Renascença sobre o atual processo negocial que segue dentro de momentos na ACSS:

https://rr.sapo.pt/…/enfermeiros-garantem-disponibilidade-p…


Informação:
02/01/2019

O SINDEPOR anuncia a todos os colegas, que a reunião de dia 3 de Janeiro na ACSS, foi adiada a pedido da tutela para o dia 4 de Janeiro à mesma hora,no mesmo local.

NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL
02/01/2019

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O SINDEPOR comunica que DESCONVOCOU a Greve Geral de Enfermeiros que estava anunciada entre 8 e 11 de Janeiro de 2018.
Esta refletida decisão tem fundamentalmente dois objetivos:

1 - Demonstrar, mais uma vez, ao Ministério da Saúde que não será por falta de abertura e bom senso por parte deste sindicato que as negociações não se realizarão num clima favorável a uma negociação JUSTA.
Ao tentar negociar uma proposta de carreira em tudo IGUAL à vergonhosa carreira já existente desde 2009, o Ministério da Saúde INSULTA a inteligência dos enfermeiros, tentando impor a "velha máxima" de que "de vez em quando é preciso fingir mudar alguma coisa, para que tudo FIQUE NA MESMA"
Isso, não são NEGOCIAÇÕES SÉRIAS.

2 - Demonstrar de forma inequívoca à população Portuguesa, que os Enfermeiros são pessoas responsáveis, não pretendemos prejudicar os utentes, os quais cuidamos desde sempre com empenho e dedicação. Não estamos interessados em PROLONGAR A GREVE.
Tentaremos por todos os meios evitar o agravamento deste conflito com o Governo. Bastará para isso, que a tutela reconheça e valorize (com ações concretas) o papel FUNDAMENTAL que os Enfermeiros têm no bom funcionamento do Serviço Nacional de Saúde e DIGNIFIQUE o seu desempenho com a JUSTA compensação das suas funções.
Posto isto, se os Enfermeiros voltarem a anunciar formas de luta, é porque não lhes restou outra alternativa, até porque esta classe profissional que durante demasiado tempo tem sido discriminada em relação às outras carreiras especiais do funcionalismo Público, decidiu que chegou o tempo de dizer BASTA!

Carlos Ramalho
Presidente da Direção do SINDEPOR


28/12/2018
Briefing

Hoje ao 25º dia de Greve Cirúrgica, terminámos os dias úteis de greve. Embora perdure até dia 31/12 para todos os Enfermeiros das instituições incluídas nesta greve, a maioria dos colegas dos blocos operatórios aderentes, terminaram hoje os seus dias de esforço, sacrifício, dedicação e capacidade de resiliência na luta por uma causa que é comum a TODOS os ENFERMEIROS. O NOSSO MUITO OBRIGADO POR TODA A PERSEVERANÇA DEMONSTRADA DESDE INÍCIO.

Realmente só quem é Enfermeiro num bloco sujeito a grandes pressões diárias, poderá compreender verdadeiramente o feito que foi alcançado.

Uma palavra também, para TODOS os Enfermeiros que integraram as equipas de piquete e que demonstraram também uma capacidade de entreajuda, de diálogo, negociação com tudo e com todos, de forma a se conseguir manter esta greve sempre com índices elevados, preservando a saúde e cirurgias dos utentes que mais necessitaram. O vosso trabalho também deve merecer reconhecimento por parte de TODA A CLASSE.

Esta greve, poderá ainda não ter atingido os maiores objectivos a que nos propomos quando a decretamos, no entanto, temos a noção que, NUNCA MAIS O SINDICALISMO SERÁ COMO ANTES!  PELA ENTREGA, ENVOLVIMENTO, UNIÃO DA GENERALIDADE DOS ENFERMEIROS DE PORTUGAL (E ATÉ NOS COLEGAS EMIGRADOS), PROVÁMOS QUE JUNTOS SEREMOS UMA FORÇA CAPAZ DE ALCANÇAR AQUILO A QUE NOS PROPOMOS HÁ MUITOS ANOS.

OBRIGADO COLEGAS! TÊM SIDO FANTÁSTICOS!

O SINDEPOR surgiu como sindicato recém-formado por Enfermeiros cansados de promessas vãs, com resultados muito aquém do que merecemos e cientes de todas as dificuldades que iríamos encontrar pelo caminho. Tentámos as alianças com TODOS os restantes sindicatos, de forma a que a classe pudesse sentir uma vontade comum. Não foi possível cumprir esse desígnio com a maioria. Temo-nos mantido numa viagem com a ASPE por caminhos nunca antes traçados. No entanto TUDO continuaremos a fazer para que a ENFERMAGEM alcance o que merece, e é seu de direito.
Viemos para tentar ser diferentes e podem contar connosco para o continuar das próximas batalhas.
A próxima que se segue será a Greve geral de 8 a 11 de Janeiro. Quem quiser e puder, terá oportunidade de continuar a demonstrar a sua insatisfação com a tutela. Sendo certo que reuniremos dia 3/1 com o Ministério da Saúde pelas 16h30, estaremos mais que preparados para endurecer ainda mais a luta se não houver uma proposta concreta e séria que nos satisfaça e garanta que a Enfermagem nunca mais ficará esquecida. ISSO É CERTO! MUDAR É PRECISO! COM URGÊNCIA!

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Briefing_Greve_Cirurgica

26/12/2018
Briefing

No 23º dia de Greve Cirúrgica, no rescaldo do período natalício, mantém-se a entrega dos colegas que aceitaram representar toda uma Classe que chegou ao limite e se viu obrigada a exigir, de uma vez por todas, respeito e reconhecimento.
Com a mesma entrega e determinação se mantém o SINDEPOR na missão da defesa de uma Carreira Especial de Enfermagem condigna, autónoma e evolutiva.

Hoje gostaríamos de partilhar com todos os colegas, em particular, e com a população, no geral, uma informação que nos foi endereçada e que serve para, mais uma vez, ajudar a perceber que a greve dos enfermeiros não pode servir de bode expiatório para todas as falhas e inoperâncias que têm feito com que muitas cirurgias fiquem por se realizar no SNS.

No IPO de Coimbra, nos dias 26, 27 e 28 deste mês, das 5 salas cirúrgicas do Bloco Operatório disponíveis foi cancelada toda e qualquer atividade em 2 dessas salas, pese embora estejam acauteladas as respetivas equipas de Enfermagem, devidamente escaladas para dar resposta às necessidades cirúrgicas das pessoas em listas de espera por problemas oncológicos. Trata-se de mais um exemplo de descoordenação na gestão de recursos e desrespeito pelo Direito à Saúde dos cidadãos, alheio aos Enfermeiros e ao seu protesto.
Neste caso e em muitos outros que são de conhecimento dos profissionais que diariamente garantem o funcionamento do SNS, às vezes com custos nos seus direitos, bem como outros ventilados na praça pública, é demais evidente que as opções governativas dos últimos anos em termos da Saúde têm estado reféns de interesses (aproveitando a linguagem da Dr.ª Marta Temido) cujo objetivo é o desmantelamento do SNS.

É contra tudo isto que protestamos.
É por TODOS que lutamos.

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21/12/2018
Briefing

Boa tarde colegas. Hoje um dia diferente do habitual desde o dia 22/11.Em muitas salas operatórias das instituições abrangidas pela Greve Cirúrgica, quase todos os Enfermeiros das equipas dos blocos de algumas instituições em greve, marcaram presença, para que se pudesse reduzir os danos provocados por uma semana de Natal com tolerâncias e por isso muito mais curta do que as habituais. Estiveram presentes para realizar as cirurgias oncológicas de grau III/grau IV e as urgências diferidas. No entanto nem por isso se aproveitou a disponibilidade dos Enfermeiros por falta de outros profissionais.

Nos CHUC hoje 5 salas operatórias (3 em 12 salas a nível do bloco central e 2, em blocos periféricos), não puderam abrir por ausência de médicos ou de programas operatórios preparados com antecedência, para que algumas cirurgias pudessem ter sido realizadas, pese embora a disponibilidade das equipas de enfermagem.
No CHLN no Hospital de Santa Maria manteve o hábito recorrente (mesmo fora da nossa greve) de abrir somente uma sala de neurocirurgia de duas e uma de duas salas da cardiotorácica por falta de anestesistas. Na Pediatria não houve nenhuma cirurgia nas duas salas embora com equipa de enfermagem para dar resposta, devido à greve dos Técnicos.
No CHP na CICA (Centro Integrado de Cirurgia Ambulatória), não houve preocupação em aproveitar os Enfermeiros disponíveis hoje para fazer programação de cirurgias dentro das contempladas em mínimos. No CMIN (Centro Materno Infantil) embora com toda a equipa de enfermagem disponível, com a possibilidade de abrir as 4 salas de bloco de ginecologia +pediatria, estas mantiveram-se fechadas por inexistência de programação de cirurgias, tendo somente mantido a sala de urgência a funcionar para uma cirurgia. Congratulamo-nos das 30 cirurgias realizadas no Bloco central deste Hospital que organizou atempadamente as suas programações, com a colaboração essencial da equipa de enfermagem.
No CHSJ aguardamos dados para divulgar.

Como se pode verificar, a GREVE dos Enfermeiros, NÃO É! Nem poderá ser considerado como impeditivo único, e ser usada como arma política pela tutela, para que as cirurgias oncológicas graves/muito graves e urgências diferidas não possam ser realizadas. Na realidade as lacunas são visíveis neste pequeno apanhado de hoje. Somente com uma gestão adequada, na programação, nos recursos humanos, bem como nos recursos materiais permitirá fazer com que muitos utentes que são operados no privado passem a ser operados no serviço público, reduzindo o gasto do dinheiro de todos os contribuintes com o sector privado. Assim o quisesse, o SNS com o investimento devido, seria mais eficiente, mais abrangente, mais amigo do utente e da saúde dos portugueses. Resta saber das vontades político-económicas deste governo e de outros que lhe antecederam. Recusamo-nos a ser marionetas neste jogo de desgaste perante a opinião pública e tudo faremos para pugnar pela VERDADE e manter o bom nome de toda uma classe. SOMOS ENFERMEIROS COM MUITO ORGULHO!

Para a semana daremos continuidade às denúncias reportadas pelos colegas. Neste caso, do IPO de Coimbra.
Solicitamos aos colegas, que denunciem mais situações conhecidas e sejam enviadas para sindeporfacepub@gmail.com .

Briefing_Greve_Cirurgica

21/12/2018

Hoje estivemos reunidos com a Ministra da Saúde e com o Secretário de Estado da Saúde em conjunto com todos os outros sindicatos de Enfermagem. Notas a reter:

- A Ministra mantém a ideia de que apresentou uma proposta de carreira no dia 19/11 que considera boa e que nós (SINDEPOR e ASPE ) é que recusámos negociar;
- Afirma que já muito foi dado como o regresso às 35h e a reposição dos suplementos que se encontravam a 50% e que o descongelamento está a ser feito progressivamente;
-Mantém a ideia de manter o grau para o Enfermeiro especialista em vez da categoria;
- Quer reunir novamente no início do ano em período de ausência de greves de Enfermagem;
Nós mantemos o nosso papel de querer dialogar,negociar refutando qualquer ideia de corte negocial pelo que iremos estar presentes na reunião da comissão negociadora no dia 2 de Janeiro findo a primeira Greve Cirúrgica a 31 de Dezembro. Mas mantemos a nossa intenção de exigir que:
- Seja feita uma proposta de carreira verdadeiramente séria e de acordo com o nosso valor e contemplando as três categorias;
- Que o descongelamento da carreira deixe ser somente uma cartilha de intenções ao fim de um ano de início dos mesmos e se torne efectivo e que o seja assegurado a TODOS os Enfermeiros independentemente do vínculo ;
- Que as 35h sejam mesmo aplicadas a TODOS ;
-Que os rácios de Enfermeiros sejam adequados;
- Que o base contemple um início em 1614 euros;
-Que a penosidade seja compensada por redução no tempo para aposentação;
Entendemos que deve existir margem negocial, no entanto não iremos abdicar dos direitos essenciais de uma classe constantemente adiada em benefício de outras e mantemos toda a firmeza em continuar o processo de luta o tempo que for necessário. Que não seja necessário é o nosso desejo,mas a ser preciso, podem contar connosco,porque MUDAR É PRECISO!

O investimento em NÓS ENFERMEIROS, é o MAIOR INVESTIMENTO que pode existir na SAÚDE de TODOS os PORTUGUESES.


20/12/2018
Briefing

21º dia de Greve Cirúrgica. No dia de hoje, gostaríamos de dar a conhecer a todos os colegas uma informação que nos chegou dada por um colega e que serve para mais uma vez se perceber que a greve dos enfermeiros, não pode servir de bode expiatório para todas as falhas e inoperâncias que têm feito com que muitas cirurgias fiquem por fazer no SNS.
No Hospital Egas Moniz em Lisboa haverá uma sala operatória parada desde o final de Julho deste ano. Será a Sala 7 do Bloco Central e segundo informação apurada deve-se ao facto de, embora já tenham reforçado a equipa com mais enfermeiros, estes continuam a ser insuficientes e ainda não estão integrados. Se tivesse mais elementos de Enfermagem a constituir a sua equipa, o Bloco poderia ter feito na realidade muitas mais cirurgias nestes 5 meses de inatividade. Fica aqui o alerta.

Sabemos também que amanhã todos os enfermeiros de uma forma geral, estarão preparados para estarem presentes com todas as salas abertas, mas segundo parece, existirão muitos blocos que não estão a aproveitar essa situação para operar os doentes em lista de oncológicos/urgências diferidas. Amanhã, iremos poder aferir com maior certeza as causas desta situação que, embora saibamos que não seja nova para nós enfermeiros, poderá sê-lo para a restante população, pelo que será bom esclarecer.

Congratulamo-nos também com o resultado positivo que transpareceu a nossa Bastonária Ana Rita Cavaco, à saída da reunião com o Ministério da Saúde. Aguardamos com expectativa a reunião de amanhã, na esperança de ser o princípio do reatar de um diálogo que tem sido difícil de estabelecer, de forma a se conseguir estabelecer pontes sólidas na afirmação da nossa futura carreira especial e fazendo ver a necessidade de cumprimento dos objetivos estabelecidos quando foi decretada esta greve.

Da nossa parte podem contar com toda a FORÇA E RESISTÊNCIA na tentativa de não nos desviarmos do caminho que queremos para a Enfermagem.

Briefing_Greve_Cirurgica

SINDEPOR apresenta ao Sr. Secretário Regional da Saúde da Madeira, uma proposta de carreira pluri-categorial para os Enfermeiros
19/12/2018

No telejornal da RTP Madeira, de 19 de dezembro, anuncia-se a proposta que a Delegação do SINDEPOR na Madeira entrega ao Exmo. Sr. Secretário Regional da Saúde, sobre a carreira pluri-categorial para os Enfermeiros.

Veja no minuto 9:30 a notícia no Telejornal da RTP Madeira.


19/12/2018
Briefing

Ao 20º dia de Greve Cirúrgica, mantemo-nos resistentes e com toda a força de anos de reivindicações não atendidas, de esquecimento e zero, de reconhecimento de uma carreira consentânea e do devido reconhecimento remuneratório. As cirurgias programadas têm mantido a toada de não marcação pela maioria dos Conselhos de Administração, no entanto temos continuado a garantir as cirurgias oncológicas grau III/IV e urgências, com todo o profissionalismo, competência e responsabilidade.

Como sempre anunciámos, mesmo em greve, estivemos sempre dispostos a dialogar desde que houvesse disponibilidade da tutela para isso. Tornou-se possível isso com o convite que nos foi endereçado para reunir com os restantes sindicatos na 6ª feira dia 21/12. Temos a noção clara e queremos que TODOS os colegas a tenham, de que a reunião não será nenhuma negociação de carreira, assinada e pronta quando de lá sairmos. No entanto acalentamos a esperança de que a Ministra da Saúde nos possa finalmente ouvir, em representação de TODOS OS ENFERMEIROS que têm lutado ao longo destes dias de greve, das mais variadas formas. Esperamos que seja uma porta para que comecem a existir entendimentos sérios, com objetivos imediatos ou outros cronologicamente marcados de acordo com o que faz parte do nosso pré-aviso, que nos permitam erguer a nossa profissão ao seu lugar devido, há muito.

No dia 21/12 como já sabem, e somente nesse dia (ver acordo entre SINDEPOR e ASPE, enviado aos CA no briefing de ontem) quem quiser, poderá ir trabalhar nos blocos operatórios afetos às instituições em greve, assegurando independentemente do seu número, os serviços mínimos. Sabemos que os Enfermeiros pretendem que a tutela sinta a nossa contestação, mas queremos que os utentes tenham a garantia de atendimento para as patologias oncológicas graves e muito graves ou urgências diferidas e por isso estamos disponíveis nesse dia para reduzir esse tipo de situações tendo em conta a acumulação na semana do Natal. As chefias deverão estar informadas pelos CA e deverão assinalar no registo de assiduidade desses colegas grevistas, “em greve a assegurar serviços mínimos”.

No Briefing de amanhã, iremos denunciar mais uma situação que nos chegou, igual a muitas que ocorrem no país, de blocos parados, não por motivo de greve dos Enfermeiros, como alguns media e comentadores têm querido fazer crer erradamente à população, mas por outros motivos que NÓS, ENFERMEIROS QUE TRABALHAMOS LÁ, SABEMOS, como falta de profissionais, de material, de degradação de instalações,…

Agradecemos que qualquer denúncia seja reportada para nós, de forma a pormos a nu o que se vai passando por este Portugal e pelo SNS (página do SINDEPOR no Facebook, ou por mail para sindepor.geral@gmail.com).

Em luta, também por um SNS melhor para todos, PORQUE MUDAR É PRECISO!


SINDICATO DEMOCRÁTICO PROPÕE A PEDRO RAMOS CRIAÇÃO DE TRÊS CATEGORIAS PARA OS ENFERMEIROS
19/12/2018

https://www.jm-madeira.pt/.../Sindicato_Democratico_propoe_a_Pedro_Ramos...


O SINDEPOR esteve hoje em Lisboa...
19/12/2018

O SINDEPOR esteve hoje em Lisboa no Hospital de Santa Maria com o seu Presidente Carlos Ramalho, Vice-Presidente Ulisses Rolim e Luís Mós, futuro Presidente da Regional Sul para reunião com o Conselho de Administração para reavaliação dos efeitos da greve ao fim de 20 dias decorridos neste hospital.


18/12/2018

O SINDEPOR anuncia que 6 feira dia 21, foi convidado para reunir no Ministério da Saúde em Lisboa pelas 11h30 em conjunto com os restantes sindicatos de enfermagem.


18/12/18

Ao 19º dia de greve cirúrgica, em homenagem à colega Enf.ª Daniela Silva, não procedemos ao habitual briefing com os números do impacto da reação dos Enfermeiros ao desrespeito contínuo demonstrado pela tutela.
Em vez disso, tornamos público o ofício enviado pelo SINDEPOR e ASPE aos conselhos de administração dos centros hospitalares abrangidos pela greve, a informar da disponibilidade para o alargamento dos serviços mínimos a todas as salas e tempos operatórios no dia 21 de dezembro.

Com isto, pretende-se dar uma resposta mais abrangente às situações oncológicas classificadas com os níveis 3 e 4 bem como às situações de urgência diferida uma vez que, devido às tolerâncias decretadas para 24 e 31 de dezembro, haverá um período de sete dias sem atividade cirúrgica programada no curto prazo.

Com esta medida NÃO HÁ SUSPENSÃO DA GREVE em curso pelo que todos os Enfermeiros abrangidos pelo pré-aviso continuam vinculados a dar resposta aos serviços mínimos estabelecidos até à data, cabendo a cada um decidir a sua colaboração nesta ação extraordinária de resposta às necessidades da nossa população.

Colegas dos BOs: da nossa parte podem continuar a contar com o empenho, apoio e dedicação dos nossos piquetes, assim como toda a Classe tem contado com a vossa CORAGEM e DETERMINAÇÃO.

NÃO DESISTIMOS!

Briefing_Greve_Cirurgica_LUTO

Comunicado
18/12/2018

Comunicamos a todos os colegas que a Ministra da tutela, Drª Marta Temido fez um pedido de desculpa ao sindicato e a todos os enfermeiros pela infelicidade escolhida nas palavras contra nós. Tendo em conta o momento de pensarmos pela Enfermagem como é o nosso apanágio, na busca das melhores soluções e não querermos ser fonte de aumento de problemas, aceitámos o seu pedido de desculpa.


Marcelo congratula-se com recomendações dos enfermeiros para o Natal
18/12/2018

Hoje a nossa boa vontade para estarmos disponíveis em greve para 6 feira darmos seguimento às urgências diferidas acumuladas começa a ser comentada, inclusive pelo Presidente, Professor Marcelo Rebelo de Sousa. Hoje ao final do dia será publicado o acordo assinado entre o SINDEPOR e a ASPE, e enviado a todos os Conselhos de Administração relativo ao dia 21/12, para conhecimento de todos os que o queiram ler. FAZER GREVE, SALVAGUARDANDO OS UTENTES URGENTES, COM A RESPONSABILIDADE QUE A NOSSA CLASSE SABE TER. A GREVE, ESSA MANTÉM-SE! ATÉ 31/12.

https://tvi24.iol.pt/…/marcelo-con…/5c1848780cf238535800f9a4


17/12/2018
Briefing

Hoje ao 18º dia de greve cirúrgica, mantemos o foco de toda uma classe de Enfermagem numa forma de luta que por si só, já será histórica.
Tendo em conta que neste momento uma grande maioria das cirurgias programadas, já não o estão a ser, neste momento uma aferição virtual com uma ideia REAL sobre o normal funcionamento das instituições e blocos abrangidos, permitir-nos-ia ter até hoje 9000 cirurgias canceladas por se manter disponibilidade para o diálogo do nosso lado, e a falta dele até ao momento por parte deste governo.

Gostaríamos também de dar conhecimento aos colegas de uma situação que nos chegou, enviada por um colega e que merece o nosso total repúdio, pela tentativa de manipulação da opinião pública por parte de uma médica (Como poderão verificar na foto em anexo). Um utente recorreu a uma unidade de saúde (que não se encontrava em greve), em contexto de urgência no dia 15/12/2018. Observado pela médica, esta optou por o reencaminhar para as urgências de outra instituição de saúde, com informação escrita, de que este necessitaria de ser suturado, com a justificação para não ter sido feito lá, de que o Enfermeiro não estaria disponível para realizar o procedimento de sutura de uma ferida incisa, por se encontrar em greve. A médica põe em causa toda uma classe, com duas mentiras. Tanto o ato de sutura é um ato médico (delegável, mas não deixa de o ser), como a instituição em causa, não se encontrava em greve. Este ato, de inocente não teve nada e embora sabendo que o ato de alguém mal intencionado, não faz um todo, seria de bom tom que TODA a Classe Médica mantivesse o respeito pela nossa luta e que não procurasse enviesar ou desvirtuar uma greve de Enfermagem perante a população, como se tem por vezes verificado.
Solicitamos a todos os colegas que se deparem com situações similares de falseamento, desrespeito e tentativas de denegrir a classe por esta forma, seja da parte de quem for, durante o período de greve, o denunciassem para o mail sindepor.geral@gmail.com. Estaremos atentos para agir em conformidade sempre que necessário.

Os agradecimentos nunca deixarão de ser demais, para TODOS os colegas das instituições visadas que têm estado em greve, e em especial aos colegas dos BLOCOS operatórios aderentes que têm permitido esta luta com forte resistência.

O NOSSO MUITO OBRIGADO POR MANTEREM O FOCO NO QUE NOS UNE!
PELA ENFERMAGEM! SEMPRE!

Briefing_Greve_Cirurgica

Greve dos enfermeiros provoca novo cancelamento de cirurgias programadas
17/12/2018

Hoje em Coimbra nos CHUC, o representante do SINDEPOR Delfim Sousa, futuro Presidente da Regional Centro,esclareceu os portugueses, bem como Ana Paiva em representação do Movimento Greve Cirúrgica.

https://www.rtp.pt/…/greve-dos-enfermeiros-provoca-novo-can…


O SINDEPOR manifesta o profundo pesar pelo acidente ocorrido na zona de Valongo e endereça as suas profundas condolências a todos os familiares dos profissionais envolvidos no acidente de helicóptero. A Enfermagem está de luto.

Heroi_SINDEPOR_21set2018

SINDEPOR ESCLARECE ENFERMEIROS
15/12/2018

https://www.jm-madeira.pt/.../SINDEPOR_esclarece_enfermeiros_


14/12/18
Briefing

Hoje ao 17 º dia de Greve Cirúrgica, e sem falar de números de greve, apraz-nos tecer algumas considerações sobre o atual momento.

1º- A greve continua a manter os níveis elevados de adesão que se verificam desde o início com a inexcedível capacidade de luta e resistência demonstrada pelos colegas dos blocos afetados por esta greve. O nosso MUITO OBRIGADO!

2º- A pressão, cada vez mais atinge o expoente máximo e nós sabemos que toda uma sociedade já fala de nós, nos media, nos meios políticos, nas conversas do quotidiano. Temos orgulho em todos aqueles que nos admiram, acreditam e acham que merecemos muito mais. A esses o nosso agradecimento especial pela ajuda e isenção demonstrada.

3º- Mantemo-nos disponíveis para negociar com a tutela assim ela queira e nos convoque, no entanto temos que continuar o mesmo caminho feito até agora de demonstrar a insatisfação, o ponto limite de exaustão a que chegámos, sem uma carreira digna desse nome, em conjunto com um SNS moribundo e que urge revitalizar.

4º Mantemos o nosso profissionalismo, entrega, dedicação e paixão, aliado à responsabilidade e ética profissional que jamais poderá ser posta em causa. Tem sido aqui que muitos media, governantes e políticos nos têm tentado atingir com acusações como a feita ontem pelo Secretário-geral do PCP Jerónimo de Sousa na sua abordagem infeliz e pouco própria de alguém que sempre se apelidou de defensor de TODOS os trabalhadores (ter-se-á esquecido de referir que os Enfermeiros deste país, são dos trabalhadores com maior formação, mais explorados e constantemente esquecidos).

5º Temos cumprido os Mínimos acordados em tribunal arbitral e até temos feitos acordos com Conselhos de Administração de alguns Hospitais ao longo do tempo prolongado que a greve tem vindo a tomar, tendo inclusive o nosso Presidente e o Vice-Presidente ontem dia 13/12 realizado uma visita ao Hospital de Setúbal para reunião com o CA para reavaliação das necessidades detetadas e foi estabelecido um acordo para além dos mínimos para assegurar que nenhum doente oncológico de grau III e grau IV fica por operar, incluindo situações de doentes oncológicos de grau II( estabelecidos acordos para além dos mínimos no CHP e no HSJ do Porto e nos CHUC em Coimbra, logo nos primeiros dias desta greve).

6º-Somos um sindicato composto por pessoas responsáveis e em toda e qualquer situação, pomos sempre os Utentes em primeiro lugar, porque o nosso compromisso é sempre o de fazer parte das soluções e não dos problemas. Daqui cabe-nos desmentir categoricamente qualquer tentativa de tentar manipular a comunicação social por parte da diretora do serviço de pediatria do Hospital de Santa Maria, como sucedeu ontem no noticiário da noite da RTP1. Iremos analisar o procedimento a adotar a interposta pessoa e a agir havendo matéria para tal. Causou-nos estupefação total, as notícias veiculadas, quando sempre nos mostrámos disponíveis para reunir com o Conselho de Administração dessa instituição e nos mostrámos sempre livres para acordar novas decisões para além do emanado em tribunal arbitral. Neste momento exigimos que as situações cirúrgicas reportadas, sejam realizadas nessa ala pediátrica, pois sempre tivemos e temos equipas disponíveis de Enfermagem, para as cirurgias se realizarem desde que classificadas como prioritárias pelo médico. Se não as realizaram foi por culpa exclusiva da equipa médica e neste caso da diretora do serviço de pediatria do hospital referido. Amanhã mesmo, o nosso Presidente Carlos Ramalho , irá estar no Hospital de Santa Maria integrando o piquete de greve e disponível para reunir, caso o desejem.

7º- Voltamos a reiterar que o nosso alheamento é total ao crowdfunding que foi organizado e promovido por um grupo de colegas do Movimento Greve Cirúrgica, e que está a ser novamente promovido num 2º crowdfunding para uma hipótese de 2ª Greve Cirúrgica, funcionando como uma doação aos colegas de bloco que estejam de greve. Quem terá que responder por eles será o grupo encarregue do mesmo.
Lamentamos as cerca de 8500 cirurgias programadas que possam entretanto ter sido adiadas até hoje. A nossa luta nunca será contra os utentes ou as instituições, mas sim contra o Ministério da Saúde que entendemos não nos estar a respeitar nas nossas justas reivindicações. Aguardamos com alguma expectativa que nos convoquem para negociar e nos permitam terminar rapidamente com a luta encetada. Até lá, GREVE CIRÚRGICA!

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Para todos os Serviços do Escala Braga - Sociedade Gestora do Estabelecimento, S.A. (Hospital de Braga).

Basta querer negociar!

13/12/2018
Briefing

Cumprimos hoje o 16º dia de Greve Cirúrgica, mantemo-nos com os níveis de greve idênticos ao início da greve, demonstrando que a classe chegou a um ponto limite e que está disposta a continuar até que o governo considere negociar com os sindicatos que decretaram esta mesma greve. Voltamos a exortar os nossos colegas dos blocos que nos estão a ajudar com a sua coragem e sentido de grupo, para diariamente continuarem a resistir às pressões mais variadas que são feitas desde os media, políticos, sociedade em geral e mesmo dentro da própria classe por seus superiores hierárquicos, alguns das chefias intermédias. Em particular, referimos os últimos que lidam diretamente com os colegas. Muitos têm sido fantásticos com sentido de liderança pura e acompanham os colegas apoiando, informando, dialogando. Mas existem outros que o fazem no sentido contrário, humilhando, ameaçando, coagindo, com interesses pessoais, umbiguistas e que de líderes não têm nada, somente prepotência em demasia. A estes em particular, o nosso AVISO! Estamos muito atentos e recetivos a queixas que possam advir relatadas, ou observadas por nós, em piquete de greve. Esses pseudolíderes, irão arcar com as consequências dos seus atos praticados. Lembrem-se sempre que a atividade de sindicância não termina per si, quando terminar esta greve e que, ameaças ou ações contra colegas para além do términus da mesma poderão levar a intervenção sindical, sempre que achemos necessário.
Solicitamos também, aos colegas, de outras instituições, dos serviços de internamento dos hospitais afetados,… que continuem a dar o máximo de apoio aos colegas que estão a dar o corpo às balas por toda a ENFERMAGEM, seja de que forma for. Não é fácil. Mas o SINDEPOR e a ASPE estão cá também presentes para o que for necessário.

Hoje no Porto no CHP tivemos 179 cirurgias programadas, adiadas 95 cirurgias e foram realizadas 100 cirurgias de urgência/oncológicas. No HSJ tivemos 61 cirurgias programadas canceladas e foram realizadas 16 cirurgias de foro oncológico/urgência.
Nos CHUC tivemos 97 cirurgias programadas adiadas e 33 cirurgias oncológicas/urgentes realizadas. Das quais 4 cirurgias a crianças.
No CHLN mantém-se de uma forma geral a não marcação de doentes programados, entre 3 crianças operadas.
No CHS aguardamos dados finais.

Mantemos a nossa persistência, por ambicionarmos cuidar melhor, quem merece ser mais bem cuidado com toda a segurança, com mais enfermeiros, mais motivados e empenhados em elevar o SNS onde merece estar e ao serviço da população portuguesa.
Voltamos a manifestar a nossa vontade em terminar a greve e retomar aos nossos postos de trabalho. Basta querer negociar. Nós voltamos a garantir total disponibilidade da nossa parte para isso.
Assim queira a Srª Ministra da Saúde, até lá, estamos em LUTA! Com responsabilidade, assegurando que nenhum doente classificado como urgente, nem nenhum doente oncológico grave ou muito grave, não deixe de ser operado. Lidamos com a vida das pessoas do nascimento à sua morte. Recusamos lições de moral de quem nunca o fez.

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12/12/18
Briefing

15º dia de Greve Cirúrgica. Dia que mantém a força dos Enfermeiros imparável, com muita ponderação, responsabilidade, profissionalismo e ética profissional.

Achamos que hoje devemos tecer algumas considerações ao muito que se tem dito por parte do Governo, do Primeiro-ministro e particularmente da Srª Ministra da Saúde.
Lamentável a política abjeta, vil e de ataque sucessivo que tem sido feita por parte dos nossos governantes e até por uma grande parte dos políticos deste país (incluindo os partidos apoiantes deste governo, bem como os da oposição), no tratamento dado a uma classe que tanto deu de si ao longo de anos no silêncio e na amargura de ver um SNS progressivamente a definhar. Como será possível que se digam disponíveis para dialogar, quando nem sequer convocam os sindicatos responsáveis por decretar esta greve por pura cegueira e interesse em prolongar o transtorno de toda a população por pura soberba. Quando se dignam a dizer que os números de cirurgias adiadas são elevados (neste momento para cima de 6000), mas afirmam que no 1º trimestre serão totalmente realizadas, esquecendo que há cirurgias nessa altura que serão adiadas para se poder realizar as entretanto reagendadas. Meias verdades ocultando o drama que virá depois para essa mesma população e descartando com extrema leviandade qualquer responsabilidade que lhes deve ser assacada por todos os portugueses. Tenham pelo menos a coragem e assumam que não querem que se cuide melhor da saúde em Portugal.

Quando efetivamente, nem na possível demonstração da sua boa vontade, continuam a adiar as progressões justas para TODOS os Enfermeiros, deixando andar ao sabor do vento as decisões dos Conselhos de Administração, sem darem indicações precisas e claras à DGAEP e à ACSS sobre essa questão dando cumprimento ao estabelecido em LOE2018, o que permitiria uma igual aferição para toda a classe de Norte a Sul, dos Açores à Madeira (relembramos que a proposta do BE chumbada com a conivência de todos os outros partidos, versava precisamente sobre isso, incluindo os colegas CIT na igualdade de tratamento dado relativo aos CTFP). Quem tem sido desleal, incoerente e desonesto, contrariando as próprias palavras do Primeiro-ministro em 2016?

Cabe-nos também questionar se a Drª Marta Temido vai continuar em processo de negação, quando vem dizer que um dos impedimentos para existir a categoria de especialista, seria de que um Enfermeiro que trabalhasse numa obstetrícia e fosse transferido para o Instituto Gama Pinto (oftalmologia), não iria exercer a sua especialidade por ser especialista em Saúde Materna e Obstetrícia e por conseguinte, não poderia ser considerado como tal?
E que o grau permite suspender o pagamento quando esta situação ocorre?
É disto que falamos! Queremos reconhecimento pelas funções que desempenhamos e onde desempenhamos.

Não queremos manter a toada atual de continuarmos a ser profissionais transferíveis ao sabor de um qualquer conselho de Administração sem respeito por uma profissão de elevada formação académica. Para isso apoiamos a existência de cada vez mais especialidades e competências acrescidas como é preconizado pela OE e o desempenho no local adequado, aproveitando esses conhecimentos no benefício da população portuguesa.

Quando se refere aos 9000 Enfermeiros na sua intervenção, hoje, provavelmente ter-se-á esquecido dos restantes 61000 que trabalham nas outras instituições e que solidariamente estão connosco, seja através de recusa em realizar os SIGICS, seja de outras formas. Dos colegas das PPP´s que também querem igualdade no tratamento. Dos privados que continuam privados de ordenados que sejam mais aproximados dos dos seus colegas a trabalhar para o Estado, e que também têm a noção de que a importância de uma carreira digna para os Enfermeiros do SNS, irá ser benéfico para eles poderem almejar ter um salário mais elevado que uma qualquer empregada doméstica. Sem esquecer os cerca de 15000 Enfermeiros emigrados e que pretendem e ambicionam viver um dia junto dos seus, no país que os viu nascer, crescer e formar.

Relembramos que as tais 30 reuniões referidas pela Ministra este ano com os vários sindicatos de enfermagem e com o resultado de uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma, significaram o completo desinteresse em resolver os nossos problemas.

Quanto aos números da vergonha deste governo,
No Porto, no CHP estavam 152 cirurgias programadas das quais foram adiadas 86, realizadas 66 cirurgias oncológicas/urgentes das quais 3 a crianças. No CHSJ aguardamos dados para inserir.
Hoje nos CHUC tivemos 111 cirurgias programadas adiadas e foram realizadas 31 cirurgias oncológicas/urgentes, incluindo 6 crianças operadas do Bloco pediátrico.
No CHLN, mantém-se na generalidade a não marcação de cirurgias nos vários blocos. No entanto está previsto para amanhã 3 cirurgias de foro pediátrico a acrescentar às 30 cirurgias já realizadas desde o início da greve.
No CHS tivemos hoje 12 cirurgias programadas canceladas

Cá estamos, mais uma vez disponíveis para negociar sem pré-condições porque, MUDAR É PRECISO!

Até lá…FORÇA COLEGAS!

Para finalizar, citamos Alberto Caeiro “O QUE FOR, QUANDO FOR É QUE SERÁ O QUE É”.

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11/12/18
Briefing

Ao 14º dia, a intransigência governamental mantém-se. Mas nós também nos mantemos FIRMES e estamos prontos a ir até onde for preciso, para que nos tomem com a seriedade necessária e assumam as negociações connosco. Enquanto não existir isso, não podemos, nem vamos desconvocar nenhuma greve, por mais transtorno que provoque à população.
Também é por eles que lutamos e pelo futuro do SNS. Lutamos por um amanhã mais justo, solidário e com melhor saúde para todos os portugueses.
Assumimos que se torna difícil fazer compreender a toda a população os contornos da nossa luta, os atrasos, os cancelamentos, mas no fim se conseguirmos alcançar o que almejamos, teremos um SNS com maior vigor e capacidade de resposta, com mais profissionais, mais motivados, com melhores instalações, com melhores equipamentos e materiais que sirvam TODA a população e não só os portugueses com maiores rendimentos tenham esse direito, como tem vindo a ser uma evidência de há alguns anos para cá.

Embora a encetar uma luta destas e a cada dia a tomar maior proporção, não podemos ignorar a preocupação que temos enquanto Enfermeiros, com a população e com o prolongar de uma greve por má gestão, prepotência e recusa em negociar por parte da tutela. Por isso hoje, tendo sido convocados pela Ordem dos Enfermeiros, estivemos reunidos com a Bastonária Enfermeira Ana Rita Cavaco, em conjunto com a ASPE, com os representantes do Movimento Cirúrgico e com os Enfermeiros diretores das Instituições abrangidas por esta greve, sendo já conhecidos os resultados divulgados pela agência lusa em declarações proferidas pela nossa Bastonária. Podemos acrescentar que tudo tem decorrido com aparente normalidade, sem grandes problemas, respeitando o emanado pelo tribunal arbitral e os acordos feitos para além dos mínimos com alguns CA.
Têm-se mantido os piquetes a funcionar de acordo com as regras, confirmado pelos Enfermeiros Diretores, desmentindo qualquer atropelo que possa ter sido afirmado por outros protagonistas.

No Porto, no CHP tivemos 119 cirurgias programadas, tendo sido adiadas 82 e realizadas 17 cirurgias oncológicas/urgentes. No CHSJ 70 cirurgias programadas e realizadas 30 cirurgias oncológias/urgentes.
Nos CHUC tivemos 123 cirurgias programadas não realizadas, e foram realizadas 11 cirurgias oncológicas/urgentes.
No CHLN hoje não foi possível aferir valores até à hora do Briefing. Podemos no entanto divulgar que tivemos conhecimento que no Bloco Central, a sala operatória a funcionar de mínimos tem terminado quase todos os dias 2h mais cedo e que a sala do Bloco de Urgência, tem tido todos os dias, 11h livres sem qualquer utilização.
No CHS aguardamos dados finais.

Mais uma palavra de solidariedade e agradecimento a TODOS os colegas dos Blocos afetados. São a nossa tropa de elite e estão a provar de que matéria é feito um Enfermeiro. É tempo de deixarem de nos ver como meros profissionais executantes, e perceberem que o tempo atual é outro. Que Enfermagem é CIÊNCIA há muitos anos.

EXIGIMOS RESPEITO E TRATAMENTO DE ACORDO COM O NOSSO ESTATUTO!

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Enfermeiros querem reunir 400 mil euros para fazer greve mais "agressiva"
11/12/2018

Estaremos dispostos a lutar até onde for preciso. Suspender a GREVE CIRÚRGICA para Negociar, não é condição obrigatória e não será feito de forma alguma. Esperamos atitude séria por parte da tutela. Avançaremos e iremos mais além se tal for necessário. Pela ENFERMAGEM, ESTAMOS CÁ!

https://www.publico.pt/…/enfermeiros-querem-reunir-400-mil-…


“Há má-fé e preconceito contra os enfermeiros”, diz bastonária dos Enfermeiros
11/12/2018

A comunicação diária com a classe através dos Briefings, publicados na página de Facebook e no site em www.sindepor.pt, tem sido fundamental, não só para manter uma grande parte da classe informada sobre o dia-a-dia da greve cirúrgica, mas também para que os jornalistas possam recolher a melhor informação e em conjunto com tudo o resto,rádio, televisão e jornais, se possa chegar da melhor forma ao público em geral. Lentamente,com elevado espírito de responsabilidade continuaremos a informar nos moldes até agora difundidos e dispostos sempre a esclarecer para os media tudo aquilo que seja necessário. Transparência na missão de Mudar e Fazer o que continua sem ser feito.

https://ionline.sapo.pt/637999…


SIC - Opinião Pública - Greve dos Enfermeiros
10/12/2018

A intervenção do nosso Presidente, Enfermeiro Carlos Ramalho, no programa da SIC, sobre o impacto da Greve dos Enfermeiros.

10/12/2018
Brienfing

Hoje 13º dia de Greve Cirúrgica, tivemos o Presidente do SINDEPOR, Enfermeiro Carlos Ramalho no programa Opinião Pública da SIC. Poderia ter sido um programa mais esclarecedor, mais verdadeiro, se tem tido o foco no assunto que estava a tratar e se o protagonismo não tivesse sido desviado para o Bastonário da Ordem dos Médicos que por estranha coincidência terminou a sua reunião com os diretores clínicos das instituições em greve, tendo ocupado uma grande parte do programa com declarações em direto. Lamentamos que tenha havido tamanha ocupação e usurpação de tempo, sem se ter usado o programa de forma mais incisiva e informativa, envolvendo os Enfermeiros e a população em geral que assistia ao programa, para que a opinião pública conseguisse perceber os factos reais.
Obviamente somos alheios a isso, mas na voz do Enfermeiro Carlos Ramalho, da Enfermeira Mónica que ligou para o programa e de outra senhora empresária, pensamos que se conseguiu deixar algumas mensagens positivas sobre o atual momento de luta.

No terreno as coisas continuam a decorrer sem intercorrências, com os níveis de adesão idênticos aos dias anteriores e com a realização das cirurgias oncológicas de acordo com o nível de prioridade e as classificadas também como urgentes pelos cirurgiões, assegurada pelas nossas equipas de enfermagem que têm sido inexcedíveis na luta. Nós continuaremos presentes todos os dias a apoiar no que for preciso.

Hoje no CHLN, no central manteve-se greve às cirurgias programadas, assegurando somente as oncológicas/urgentes. No Bloco de pediatria uma criança com critério médico de urgência foi operada. Cirurgia Cardio-Torácica chamada equipa de prevenção para cirurgia de urgência. Oftalmologia, ORL e urologia estão sem atividade por não existirem doente com critérios cirúrgicos de acordo com o acórdão.
Nos CHUC, foram canceladas 64 cirurgias, tendo sido realizadas 26 cirurgias de foro oncológico/urgentes.
No CHS à data de fecho do Briefing não nos foi possível aferir os números(será atualizado posteriormente).
No Porto no CHP de 179 cirurgias e exames programados foram 131 cirurgias adiadas. Realizadas 10 cirurgias oncológicas/urgentes. No CHSJ foram adiadas 45 cirurgias programadas e realizadas 10 cirurgias oncológicas/urgentes

Temos que manter a perseverança, resistência e foco na manutenção do sucesso desta greve. Todos unidos por uma causa, contra todos os que querem denegrir a profissão ou criar uma má imagem. Políticos da esquerda à direita têm-se mantido afastados e criticado sucessivamente a nossa greve. No entanto agirem e contribuírem para o regresso à normalidade, continua a ser somente palavras de afeto. O tempo dos afetos já passou. É tempo de fazerem concretamente alguma coisa por nós, para que nós possamos fazer mais pela população. Até lá colegas, mantenhamos o foco na GREVE CIRURGICA SEM VACILAR.

O TEMPO não volta para trás. Façamos O TEMPO começar a andar para a FRENTE.

NÃO NOS VERGAREMOS!

Briefing_Greve_Cirurgica

SIC: A enfermagem em análise no programa Opinião Pública, 2ª. feira, das 11h às 12h

O SINDEPOR, anuncia que o seu Presidente, Enfermeiro Carlos Ramalho, irá estar presente na 2ª feira no programa Opinião Pública da SIC, das 11h ao 12h, para abordar o atual momento de luta em que nos encontramos.

Contamos com o apoio de todos os colegas que possam ligar para lá, para expor a realidade, os anseios da classe, os problemas do SNS e clarificando a população.

Mudar é preciso!

SIC_Opiniao_Publica_2018-12-08

07/12/2018
A GUERRA DOS NÚMEROS

A Ministra da Saúde diz com todas as letras que só 6 a 7% dos enfermeiros estão a aderir à greve. Os sindicatos reafirmam que a adesão é superior aos 90%. Mas quem quer saber desta guerra de números?

Os números que interessam é que graças à teimosia da Ministra da Saúde em não encetar negociações com os sindicatos promotores da greve em curso, mais de 5000 cirurgias ficaram por fazer com remarcação para dia indeterminado.

Mais de 5000 vidas adiadas devido à desvalorização de toda uma classe que tem estado lado a lado com a população portuguesa.

E o pior é que essa desvalorização até nos números tem reflexo. Vejamos:
Se SÓ 6 ou 7% dos enfermeiros destinatários do pré-aviso de greve a concretizaram, como foi possível atingir o impensável número das 5000 cirurgias? Será que os restantes (93 ou 94%) foram de férias? Ou estiveram em plena produção, não se percebendo onde encaixa o impacto de uma minoria?
Algo não bate certo no reino matemático do Ministério da Saúde!
Uma coisa é certa: grande parte dos recursos destinados aos serviços mínimos negociadas com cada um dos Conselhos de Administração dos Centros Hospitalares envolvidos têm estado sem atividade operatória devido a outros fatores que ultrapassam a própria greve.

Aproveitando as palavras do Ex-Ministro da Saúde “os Enfermeiros têm razão”.
Falta coragem e determinação aos decisores para pôr um ponto final neste impasse.
Aprendam com os Enfermeiros: a CORAGEM e a DETERMINAÇÃO vieram para ficar.

www.sindepor.pt


07/12/2018
Briefing

Ao 12º dia de Greve Cirúrgica, mantemos a adesão muito para cima dos 95%. As pressões para demover a classe têm sido imensas e vindas de todos os lados, chegando ao ponto de mentirem à população com intuito de desvirtuar a nossa greve e pôr em causa os nossos princípios enquanto classe que cuida de gente, com todo o profissionalismo, mais que reconhecido no mundo inteiro, tardando a ser reconhecido no nosso próprio país.

A entrevista dada à TSF pelo Presidente do Hospital de Santa Maria, Dr Carlos Martins, aludindo ao facto de nenhuma criança ter sido operado desde que se iniciou à greve, representa um ataque direto à Enfermagem com o qual não podemos compactuar, NUNCA. É FALSO! E estamos em condições de afirmar que foram operadas 4 crianças desde o início da greve, incluindo uma neo natal, num bloco que até fecha ao fins de semana e feriados laborando somente até às 15h (utiliza o bloco central para as situações urgentes).

Lamentamos afirmações caluniosas, falsas e que têm somente como sentido único influenciar a população portuguesa e alarmar toda uma sociedade já per si carente de cuidados de saúde de qualidade tanto humanos (com rácios desadequados), como materiais (desde a falta, obsoletos ou sem manutenção).

A intencionalidade dada também pelas palavras do Dr. Carlos Martins em se necessário não cumprir o que está definido em tribunal arbitral, gerará da nossa parte a máxima atenção e vigilância ao cumprimento estrito do que está emanado no acórdão. Os piquetes permanecerão em força onde for preciso na defesa de TODOS os colegas.

Estamos JUNTOS!

Adiantamos também que a greve não será, nunca desconvocada para negociar sem garantias seguras e assinadas. Não somos políticos demagogos em cargos de nomeação, somos Gente que Cuida de Gente!

Relembramos a toda a população portuguesa que os cuidados mínimos estão garantidos e que toda e qualquer decisão clínica de classificar como urgente determinada cirurgia, está dependente somente da classe médica. Não nos ingerimos NUNCA, nessa área e estamos em estado de prontidão 24h/24h, ao contrário do que não acontece com outras classes profissionais e que provocam adiamentos, por só se operar somente por vezes até às 14h, esvaziando tempos e salas operatórias.

Lamentamos também que uma federação sindical de Enfermagem (FENSE), se tenha manifestado contra a forma de luta adotada pela classe. O seu apoio seria sempre bem-vindo. O seu, não apoio, evitava ser dado a conhecer, uma vez que fragiliza a própria classe.

Hoje a nível dos 5 hospitais aderentes à greve, tivemos os seguintes dados:
No CHS 15 Cirurgias programadas não realizadas
No CHLN , hoje não foi possível aferir números à hora do fecho do Briefing diário.
Nos CHUC, 53 cirurgias programadas canceladas/adiadas e realizadas 15 cirurgias oncológicas/urgentes.
No Porto tivemos no CHP 53 cirurgias canceladas e 8 oncológicas/urgentes realizadas.

Os números embora hoje parciais, mantêm a redução nestes 2 últimos dias, como já referido, principalmente devido a congressos médicos a decorrer no país e que levaram à não marcação de tantas cirurgias programadas como habitual, aproximação de fim de semana. Também temos conhecimento de salas inativas por falta de anestesistas (problemas já recorrentes e normais fora de períodos de greve, mas nunca demais relembrar).

FORÇA COLEGAS!

Briefing_Greve_Cirurgica

Greve dos enfermeiros leva hospitais a não marcarem cirurgias
05/12/2018

Sim. Em greve e ainda a contribuir para a eliminação das listas de espera para os doentes oncológicos. Como vêem, os enfermeiros continuam a contribuir mesmo em greve para que a saúde dos portugueses não fique descurada.


06/12/2018
Briefing

Boa tarde!
Ao 11º dia de Greve Cirúrgica, Empenho, Dedicação e Esforço de todos nós no alcance do que ambicionamos há anos, mantêm-nos firmes e convictos (nos valores idênticos aos dias anteriores, próximos dos 100 % de grevistas) de que a nossa luta trará resultados. Estamos a ser notícia e já com presença assídua nos media portugueses.

Os nossos políticos também já procuram manifestar e expressar que nós somos os licenciados mais mal pagos em Portugal, como afirmou a Presidente do Bloco de Esquerda Catarina Martins em Setembro de 2017.

Palavras para a comunicação social, não chegam para que as coisas mudem para melhor, e são sempre revestidas de um outro sentido, mas alertam consciências e quando falam verdade, merecem ser referidas, porque afinal a população portuguesa sempre vai ouvindo o nosso lado. O lado da verdade, da injustiça, da degradação cada vez maior do SNS e da nossa classe cada vez em risco mais elevado de burnout coletivo.

Soubemos hoje, e gostaríamos de dar conhecimento aos colegas alertando que existirão Enfermeiros Diretores e Enfermeiros Chefes que estão a utilizar coação psicológica sobre alguns colegas de instituições não aderentes à greve que está a decorrer, mas que por solidariedade se recusaram a realizar SIGICS (programa de combate às listas de espera), enquanto durar a greve cirúrgica. Relembramos que os colegas que o desejem, não são obrigados a fazê-lo e lamentamos essa atitude prepotente por parte de superiores hierárquicos que se regem por valores eticamente reprováveis, recorrendo à posição e estatuto para agir de má fé e tentando retirar liberdade efetiva aos colegas de decidir por sua iniciativa própria e que desejam ajudar na onda de apoio que tem sido dada um pouco por todo o país. SEJAM TODOS ENFERMEIROS com um E muito grande.

Voltamos também a recordar a todas as chefias, que horários só se mexem por motivos de baixa e que não devem recorrer a quaisquer artimanhas com intuito de dar compensações aos colegas para reduzir o débito de horas em dívida, somente porque o serviço teve redução de doentes internados. É ilegal e iremos continuar a estar atentos a essas movimentações.

Hoje por motivos diversos houve uma pequena redução nos números de cirurgias programadas. Desde existirem serviços e instituições que já não marcam doentes programados, a realização de eventos (congressos médicos) que afastaram os habituais doentes da programação habitual de alguns serviços por ausência de profissionais desta classe. Números estes que embora adulterados, no cômputo geral, nos terão permitido chegar hoje às cerca de 5000 cirurgias adiadas.

Nós Enfermeiros mantemos a nossa presença como é habitual, cumprindo os números mínimos, necessários estabelecidos por acórdão do tribunal arbitral para assegurar as cirurgias oncológicas (graves e muito graves) /urgentes em todas as instituições em greve, mantendo a disponibilidade permanente para a realização das mesmas 24h/24h.

No CHLN, no Hospital de Santa Maria, foram canceladas 65 cirurgias programadas e no Hospital Pulido Valente 15 cirurgias programadas. Asseguradas todas as cirurgias oncológicas (grau III e grau IV), bem como as urgentes.
Nos CHUC, tivemos 78 cirurgias programadas canceladas e foram realizadas 16 cirurgias oncológicas/urgentes.
No Porto no CHP e no CHSJ, ficaram por realizar 188 cirurgias programadas, tendo sido realizadas 28 cirurgias oncológicas/urgentes.
No CHS foram canceladas no total 17 cirurgias programadas e realizadas 3 cirurgias oncológicas.

Sempre na LUTA! FORÇA A TODOS, ESTAMOS CÁ PARA DAR O APOIO, SEMPRE QUE NECESSÁRIO.
POR UMA ENFERMAGEM VERDADEIRAMENTE DIGNIFICADA!

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Enfermeiros exigem remédio para as suas carreiras
05/12/2018

Eis uma reportagem sobre a Enfermagem e que aflora algumas questões pertinentes que tanto nos causam desmotivação e sensação de injustiça. Importante dar conhecimento à população.


Sindicatos dos enfermeiros admitem nova greve de três meses a partir de janeiro
05/12/2018

Sempre disponíveis para negociar,sem vacilar e com toda uma classe que pretende mudança. Estamos cá preparados para lutar mais se for necessário com o apoio de quem se identifique com as mesmas premissas. Mudar é preciso!


05/12/2018
Briefing

Boa tarde colegas.

10 dias de Greve Cirúrgica e mais um dia com a adesão a manter valores similares aos dos dias anteriores, perto dos 100%, com cerca de 4500 cirurgias adiadas até ao dia de hoje. Parabéns a toda a classe que mantém a força e confiança nesta forma de luta. Estamos a ser uns verdadeiros guerreiros e a demonstrar porque sustentamos há anos a fio o SNS com o nosso trabalho, dedicação e entrega com alta competência profissional e humana. É tempo de vermos esse esforço ser recompensado devidamente e condignamente.

Todos alertam para a tutela tomar uma posição, embora por caminhos que são impossíveis de ser levados a cabo, como é o caso do Dr. Alexandre Lourenço que veio hoje apelar à requisição civil. Lamentamos que alguém que desempenha esse cargo desconheça a lei, tente solicitar algo que só poderia ocorrer, se não existissem mínimos estabelecidos e procure manipular a opinião pública, intoxicando-a e alegando que muitos doentes graves ficarão por operar. Não será por nós que esses doentes ficarão por operar. Quem estabelece esses critérios de gravidade/urgência é a classe médica.

Relembramos que todos os doentes oncológicos (graves e muito graves) e urgentes estão garantidos em mínimos estabelecidos em tribunal arbitral e que até fomos permeáveis às necessidades evocadas por algumas instituições e realizámos acordos com os respetivos Conselhos de Administração, para o aumento do número de elementos em mínimos, de forma a acautelar os interesses maiores da nossa população, com todo o sentido de missão que temos de base na nossa profissão e que nos faz diferentes de qualquer outra classe profissional na área da saúde.

Aludimos também ao facto de nos mantermos em permanência nos hospitais 24h/24h disponíveis para as cirurgias oncológicas /urgências, no entanto esses tempos não têm sido utilizados conforme poderiam ser, verificando-se como habitualmente (em dias de não greve), fluxos maiores da parte da manhã e um esvaziamento quase total na parte da tarde. Urge mudar esse paradigma em prol de um SNS que se quer sólido e eficaz.

Os SIGICS (programas de combate às listas de espera), também não têm sido realizados, não só nas instituições onde decorre a greve, mas também em instituições onde os colegas assumiram esse ónus e garantem não as realizar enquanto durar o tempo de greve. O nosso muito obrigado a esses colegas que estão a prescindir de auferir mais algum dinheiro em prol da causa de TODOS.
Mantemos os cancelamentos das cirurgias programadas desde o dia 22/11, embora com diminuição dos números por existirem hospitais que deixaram de realizar marcações de doentes dentro do que seria normal e com valores que corresponderiam à média das 500 cirurgias/dia.

No entanto podemos adiantar que nos CHUC, foram canceladas 85 cirurgias programadas e realizadas 17 cirurgias oncológicas/urgentes.
Em Lisboa no CHLN apurados números parciais, ficaram por realizar 32 cirurgias, sendo que o serviço de urologia já não faz marcações.
No Porto e compreendendo os dois centros hospitalares, CHP e CHSJ, tivemos 114 cirurgias canceladas, tendo sido realizadas 9 cirurgias oncológicas/urgentes.
No CHS foram canceladas 22 cirurgias programadas.

==»ÚLTIMA HORA!«==

Anunciamos que embora dispostos sempre a negociar e tendo estado presentes em Lisboa na ACSS, fomos recebidos somente por cortesia, pelo Presidente da ACSS e que a Comissão Negociadora mandatada pelo Ministério da Saúde não nos recebeu, mantendo a posição de não nos receber enquanto não cancelarmos a greve. Reiteramos que esta NÃO SERÁ CANCELADA enquanto não houver GARANTIAS SEGURAS E ASSINADAS pela tutela, de COMPROMISSO SOBRE OS OBJECTIVOS PRINCIPAIS evocados no pré-aviso de greve. ESTAMOS NA LUTA E CONTAMOS COM TODOS OS ENFERMEIROS PARA O QUE FOR PRECISO! CONTEM CONNOSCO ATÉ AO FIM!

Relembrando à tutela as palavras do pai do SNS, Dr. António Arnaut, “Sem profissionais motivados e respeitados, não há Serviço Nacional de Saúde digno desse nome.”

Mudar é preciso!

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SIC
03/12/2018

"Enfermeiros fazem greve às cirurgias até ao final do ano"

Por toda a classe, o SINDEPOR está presente no atual panorama nacional, para fazer diferente e por isso aguarda que o self service da ministra da Saúde, não se cinja à sua escolha, somente a determinados sindicatos que nada têm a ver com a forma de luta e que escolheram traçar outros caminhos. Queremos negociar. Estamos cá para isso.


SIC
03/12/2018

“Nenhuma cirurgia oncológica foi adiada devido à greve dos enfermeiros”

Esta a nossa garantia a toda a população. Somos uma profissão responsável e preocupada com a degradação dos cuidados de saúde em Portugal e no SNS. Todos os doentes oncológicos (graves e muito graves) e urgências têm sempre presença de enfermeiros para serem realizadas.


SIC
03/12/2018

"Greve dos enfermeiros cancela mais de 100 cirurgias por dia em Santa Maria"

Porque não é só da classe que se trata, mas também de salvar o SNS que sobrevive com falta de materiais e do esforço dos profissionais de saúde onde se encontram os Enfermeiros. Tudo depende de uma tutela que não queira ser só Saúde de nome, mas que queira preocupar-se devidamente com a saúde de TODOS os portugueses.


SIC
03/12/2018

"Greve dos enfermeiros afeta nove blocos operatórios em Coimbra"

É isto colegas.Necessidade de sermos bem tratados. Nas mãos da tutela a resolução deste conflito. Até lá Foco! Apoio a todos os colegas dos Blocos, sempre que necessário.Estamos cá!


NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL
30/11/2018

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No que respeita à actual greve dos Enfermeiros, e em resposta às declarações proferidas pelo Sr. Dr. António Araújo, Presidente do Conselho Regional Norte da Ordem dos Médicos, o Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (SINDEPOR), exercendo o seu direito de Defesa e contraditório tem a declarar o seguinte:

- Em primeiro lugar, desmentimos categoricamente essas afirmações, pois não estão a ser realizadas apenas as intervenções cirúrgicas oncológicas urgentes, mas sim todas as consideradas urgentes e inadiáveis como determinam os acórdãos dos tribunais arbitrais, constituídos para o efeito.

Também estamos em condições de garantir que há situações concretas referidas na peça que já foram intervencionadas.

- Em segundo lugar reafirmamos que os serviços mínimos decretados pelos referidos tribunais arbitrais, estão a ser escrupulosamente cumpridos, e, em muitos casos, onde a decisão é omissa, os sindicatos assinaram acordos com as instituições para que ficassem garantidas todas as situações realmente urgentes, por forma a cumprir os princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade, como a lei define.

- Para finalizar, consideramos lamentáveis essas declarações, sobretudo vindas de uma classe profissional que por força do seu exercício funcional, deveria ser a primeira a estar consciente do profissionalismo, empenho e dedicação dos profissionais de enfermagem. Os enfermeiros têm sido incansáveis no esforço de garantir a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde, actualmente deficitário de recursos físicos e humanos, situação que alias os médicos também têm vindo a denunciar publicamente.

Afirmar que esta greve vai durar 40 dias, também é uma falácia, pois está exclusivamente nas mãos do governo, retomar as negociações, e faze-lo de uma forma construtiva. Os enfermeiros, continuam como sempre disponíveis para negociar e apenas exigem uma carreira que dignifique e valorize o seu desempenho, assim como o cumprimento do que está estabelecido, no que respeita ao descongelamento das progressões e valorização do trabalho diferenciado da totalidade dos especialistas em funções. Isto já para não falar dos níveis de exaustão e dos milhares de horas em dívida aos enfermeiros que já deveriam ter sido remuneradas ou compensadas em tempo. Foi o próprio governo que se comprometeu a concluir estas negociações até final do primeiro semestre deste ano.

Será pedir assim tanto que se cumpram as leis, já para não falar nas promessas?
Esta greve, como qualquer outra, no sector da saúde ou fora dele, tem efeitos negativos inevitáveis, caso contrário não se poderia chamar “greve”. Mas esses efeitos inevitáveis resumem-se às cirurgias programadas, que são adiáveis e não urgentes. Gostaríamos de recordar que por força da incapacidade de resposta do SNS e dos sucessivos governos, a esmagadora maioria delas, em condições normais já ultrapassam largamente os prazos estabelecidos em portaria própria. Isso também será por culpa dos enfermeiros?
Atacar desta forma um grupo profissional, que apenas está a exercer um direito constitucional como é a greve, só pode significar uma de duas coisas. Desconhecimento dos factos, ou má-fé, e nenhuma delas é aceitável quando parte do grupo profissional em causa.

Carlos Ramalho
Presidente da Direção do SINDEPOR


Dados da Greve Cirúrgica
28/11/2018

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Briefing

Hoje, ao 5º dia de Greve Cirúrgica, informamos que se mantêm os níveis de adesão idênticos aos verificados nos últimos dias com adesões à greve a rondar os 95%.

A nível nacional temos um cancelamento efetivo da quase totalidade das cirurgias e com números que ultrapassarão as 2000 cirurgias programadas, mantendo a realização das cirurgias urgentes e oncológicas classificadas como graves e muito graves (Nível III e nível IV), com a responsabilidade que nos é reconhecida, até por parte da tutela.

A nível do CHLN, as cirurgias programadas, têm estado a ser desmarcadas, numa tentativa de tentar manipular os números, mas recordamos que ao serem reagendadas, apenas agravam o problema, com consequências óbvias nas já extensas listas de espera.

No CHS, todas as cirurgias programadas num total de 20, ficaram por realizar, tendo sido realizadas 3 cirurgias oncológicas/urgentes.

Nos CHUC, todas as cirurgias programadas num total de 133 foram canceladas, tendo sido realizadas 15 cirurgias oncológicas/urgentes.

A nível do CHP e no CHSJ, os números concretos até à data não eram conhecidos estando ainda a ser aferidos, mas manter-se-ão pela média das 200 cirurgias programadas não realizadas.

Estamos ainda em condições de anunciar que os enfermeiros dos blocos operatórios de todo o país. em coerência com a luta anunciada se têm recusado colaborar no plano de produção adicional (SIGIC), o que se tem traduzido também em muitas cirurgias programadas adiadas. As listas de espera estão portanto a adensar-se o que comprova a imprescindibilidade dos profissionais de enfermagem na sua realização.

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27/11/2018

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======»COMUNICADO«=====

Desde o início da greve, embora infelizmente e por culpa exclusiva da tutela que mantém a surdez e a recusa em nos valorizar de acordo com o que merecemos, temos tido centenas de cirurgias programadas adiadas, aproximando-se neste momento das mil e quinhentas.

Apesar da nossa forte adesão, podemos constatar e congratulamo-nos por ter havido um incremento na realização de cirurgias oncológicas, o que com certeza tem permitido a redução do número de doentes em listas de espera para esse tipo de cirurgia.

Ficámos também muito satisfeitos por saber que há instituições que começaram a priorizar esses mesmos doentes oncológicos de acordo com os níveis como forma de cumprirem o estabelecido em acórdão do tribunal arbitral. Algo que nunca tinha sido feito.

Informamos também, que a partir de amanhã e dando voz à razão e aos apelos que têm sido solicitados, serão comunicados os números diários de cirurgias programadas canceladas, números de cirurgias oncológicas realizadas e número total de cirurgias, na página do SINDEPOR às 20h todos os dias de semana (a comunicação social tem sido informada diariamente sobre o esforço de toda uma classe e mantemos a disponibilidade total para colaborar com toda a comunicação social que nos solicite).

Gostaríamos de agradecer o compromisso de TODA uma classe em redor de uma CAUSA COMUM, seja à OE e à sua Bastonária, Enfermeira Ana Rita Cavaco e restantes membros, aos Enfermeiros que trabalham nos internamentos e que têm feito questão de demonstrar esse apoio através de fotografias difundidas pelas redes sociais e a fazerem greve também em mínimos, perdendo muitas vezes a sua remuneração. E em especial a todos os colegas de Bloco Operatório que tomaram a corajosa decisão de serem a nossa FORÇA ESPECIAL de combate ao esquecimento, à desvalorização, aos maus tratos por parte dos sucessivos governos.Estamos cá para vos apoiar sempre que necessitem e já o temos provado nestes 4 dias de Greve Cirúrgica.

Por último a TODOS os portugueses que pretendem ter um SNS de qualidade para TODOS, que compreendem que nós somos o MOTOR que tem funcionado e tem permitido manter um SNS debilitado a funcionar com alguma eficácia mas a necessitar de MUITO MAIS.

Manter o FOCO! LUTAR com convicção, porque MUDAR É PRECISO!

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Notícias da 19h na RTP - Greve Cirúrgica
Comentários dos nossos Colegas, do Presidente do SINDEPOR e da Sra. Bastonária da Ordem dos Enfermeiros
22/11/2018

Veja o vídeo original do Telejornal na RTP1 on Demand.
Procure no minuto 25:18
https://www.rtp.pt/play/p4226/telejornal


Adesão à Greve
22/11/2018


20/11/2018

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COMUNICADO

O SINDEPOR, comunica a todos os colegas que as posições estão extremadas, não tendo havido qualquer hipótese de aproximação das partes.

Consideramos a proposta da Ministra da Saúde ofensiva, humilhante e desprestigiante para uma classe que tanto tem dado ao país, pelo que apelamos a todos os Enfermeiros a adesão massiva à Greve Cirúrgica que se inicia dia 22/11 quinta feira.

Brevemente sairá comunicado sobre a reunião de hoje.

MUDAR É PRECISO!

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Proposta de Carreira Apresentada pelo Governo
20/11/2018

O SINDEPOR apresenta a todos os colegas a proposta de carreira apresentada pelo governo ontem e sente que é urgente fazer alguma coisa para mudar o sentido da mesma. Cabe a cada um de nós fazer essa introspecção e agir. Nós cá estaremos para o fazer, sem medos e com toda a convicção.

Mudar é preciso!


TRIBUNAL ARBITRAL DÁ RAZÃO AO SINDEPOR E À ASPE!!
16/11/2018

Caros Enfermeiros e companheiros de luta, esta pode ser considerada uma primeira vitória.
O tribunal arbitral não atendeu às exigências das instituições e manteve os serviços mínimos iguais aos anteriores acórdãos nos Centros Hospitalares De Setúbal e Universitário Lisboa Norte. Isto quer dizer que genericamente vem de encontro às nossas propostas de mínimos e que foram consideradas pelos juízes do tribunal arbitral como suficientes.
Afinal de contas parece que os juízes do tribunal arbitral consideraram que os sindicatos foram entidades responsáveis e que definiram os mínimos necessários sem prejudicar no que é essencial a população.
Estamos de parabéns. A Enfermagem e os Enfermeiros estão de parabéns.
Agora esperamos sinceramente que o outro tribunal arbitral decida no dia 19, decida da mesma forma que este decidiu, não nos parece que os mínimos possam ser diferentes de região para região.
Não há nenhuma razão para que seja tomada uma decisão diferente.
Vamos fazer o que ainda não foi feito!
Vamos em frente, na luta, sempre ao lado dos Enfermeiros!
Nada nos vai travar na defesa dos Enfermeiros!

Presidente do SINDEPOR
Enf Carlos Ramalho


Clique na imagem abaixo para consultar o documento na íntegra:


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SINDICATO DEMOCRÁTICO DOS ENFERMEIROS DE PORTUGAL

Nota aos Enfermeiros

Sobre a “Greve Cirúrgica”

Gostaríamos de recordar que a greve é um direito legítimo, previsto pela Constituição Portuguesa.

Uma greve não é por si mesma um fim, mas antes um meio para atingir esse fim.

Este direito deve ser aplicado sempre como último recurso e de forma responsável, isto é, quando estiverem esgotados todos os mecanismos e possibilidades de diálogo, que de forma séria e justa devem ser tentados pelas partes.

Nunca uma greve deve ser decretada com o principal objetivo de criar prejuízo à população, mesmo quando isso se torna uma consequência inevitável. Mas não podemos ser ingénuos, são e serão sempre os mais prejudicados, sobretudo os mais vulneráveis e, quando assim é, será necessário encontrar responsáveis sem falsos pragmatismos.

Senão vejamos, o SINDEPOR esteve sempre disponível para promover o diálogo, para negociar com a tutela, mas os nossos apelos foram ignorados. Desde que nos constituímos há mais de 1 ano, o nosso compromisso foi primeiro unir os enfermeiros em lutas comuns. Assim fizemos, primeiro tentando alianças para tornar a luta dos enfermeiros mais forte, depois escolhendo o caminho que nos poderia levar a resultados efetivos. No entanto algumas alianças revelaram-se inconsequentes e pouco produtivas. Mas procurámos sempre manter o foco com vista a atingir os resultados a que nos propusemos.

Entre reuniões com a ACSS, pouco ou nada produtivas, e pedidos de mesa negocial sem resposta, resolvemos uma vez mais participar nos processos de luta que entendíamos que teriam que ser de todos e participámos nas greves de setembro e outubro para dar o sinal do descontentamento dos enfermeiros.

Sempre assumimos que este processo de luta seria em crescendo, e que se poderia intensificar, caso continuassem a ignorar a indignação e verdadeiros anseios dos enfermeiros. E assim fizemos.

Quando se começou a falar na possibilidade de promover uma luta mais efetiva, que de uma vez por todas pudesse dar visibilidade ao descontentamento dos enfermeiros, mas sobretudo quando essa hipótese era apenas uma “miragem” e um corajoso grupo de enfermeiros - “greve cirúrgica” - ainda dava os primeiros passos, o SINDEPOR foi o primeiro a assumir essa luta e a garantir o seu apoio.

Conscientes dos riscos, não hesitámos em avançar quando outros nem pensavam arriscar, mais preocupados com outras coisas. Mantivemo-nos fiéis aos nossos princípios, porque acima de tudo acreditamos que mudar é preciso!...

Neste momento a greve está convocada, as pressões e mecanismos de intimidação estão bem patentes, mas não vamos desarmar.

No passado dia 5 de novembro tivemos a confirmação pessoal da Sr.ª Ministra da Saúde que a nossa mesa negocial, solicitada em conjunto com a ASPE, está garantida. Temos a promessa de uma primeira reunião negocial no dia 15, mas como não queremos perder mais tempo, já entregámos a proposta conjunta de diploma legal para a Carreira Especial de Enfermagem. Também anunciámos (mais uma vez) o nosso descontentamento pelo facto do processo de descongelamento das progressões não estar a ser devidamente aplicado, na forma e conteúdo, assim como o pagamento efetivo do suplemento remuneratório a todos os Enfermeiros Especialistas em funções.

Estes são os pressupostos mínimos para se poder começar a negociar a nossa proposta de carreira da qual não pretendemos abdicar nos seus fundamentos.

Este é o nosso compromisso, e não vamos desconvocar a greve sem que tenhamos as garantias que estas reivindicações serão assumidas.

É desta forma que trabalhamos no SINDEPOR, por isso contem connosco e desde já agradecemos a confiança que nos tem sido expressa.

Vamos continuar este caminho, com o vosso apoio e a nossa determinação.

 

O Presidente do SINDEPOR

Carlos Ramalho

>> Proposta conjunta de alteração da CARREIRA ESPECIAL DE ENFERMAGEM

>> Proposta de TABELA REMUNERATÓRIA



Briefing_Greve_Cirurgica

Encontro juntou os dois sindicatos mais representativos dos enfermeiros da Região da Madeira
18/01/2019

https://funchalnoticias.net/.../encontro-juntou-os-dois-sindicatos-mais-representativos-dos-enfermeiros-da-regiao/


Nuno Couceiro, do SINDEPOR, em entrevista ao CM
26/12/2018


Enfermeiros querem Acordo de Empresa com o SESARAM
20/12/2018


Pergunta...
02/12/2018

A propósito da realidade atual o Vice-Presidente Ulisses Rolim deixa algumas considerações no ar:

"Para reflectir: porque será que o anúncio de que a ACSS vai reunir com os Sindicatos que não convocaram a greve? Se não convocaram também não podem desconvocar, certo? Pergunta, o que se estão a preparar para fazer? Aquela proposta ultrajante pretende aproximar-se do quê ?

Segunda questão : Pois é Senhora Ministra, agora já não pode dizer que está à espera do parecer, já sabe(o que já sabia) que a greve nao tem nada de ilegal e que os enfermeiros cumprem os mínimos a que estão vinculados. Portanto para continuar a assobiar para o lado e fazer de conta que não se passa nada, e que a greve cirúrgica está controlada e que numa penada se vão remarcar todas as já cerca de 3.000 cirurgias que nao se efectuaram, vai agora reunir com quem está fora deste jogo, ou seja procura desesperadamente quem assine qualquer coisa para depois vir dizer que o SINDEPOR e a ASPE e TODOS OS COLEGAS que estao a dar o corpo as balas bem como a ESMAGADORA MAIORIA que os apoia, são irresponsáveis, terroristas, etc. Será???"


04/12/2018
Briefing

Boa tarde.

Ao 9° dia de Greve Cirúrgica, mantemos os níveis próximos dos 100% de adesão à greve.

Tem estado a decorrer de forma tão eficaz, que podemos afirmar que a nossa disponibilidade para assegurar os mínimos para as cirurgias oncológicas/urgentes (cumprindo com a decisão do tribunal arbitral e acordos feitos com algumas instituições), em virtude da não realização das restantes cirurgias, tem feito com que a lista para as cirurgias oncológicas tenha vindo a cair de forma vertiginosa e existam já blocos em que a lista de oncologia já não existe.

Embora lamentando os constrangimentos que têm sido feitos à população, reforçamos que estes têm sido provocados unicamente pela irredutibilidade da tutela em negociar connosco, demonstrando desinteresse em resolver os problemas que subsistem num SNS depauperado tanto de recursos materiais como de recursos humanos,insistindo em nos manter cansados,desmotivados e sem um futuro que seja mais auspicioso.

Voltamos a relembrar que iremos estar à porta da ACSS amanhã por volta das 16h30, para demonstrar que estamos presentes e prontos a negociar verdadeiramente, porque é esse o compromisso que temos com TODOS os Enfermeiros.

Nos CHUC hoje, tivemos 126 cirurgias programadas não realizadas e 21 oncológicas/urgentes realizadas.
No CHLN no Santa Maria tivemos 70 cirurgias programadas adiadas, sendo que no hospital Pulido Valente não se estão a proceder a marcações de cirurgias programadas.
No CHS ficaram por realizar 19 cirurgias programadas.
No CHSJ de 73 programadas,foram canceladas,tendo sido realizadas somente as oncológicas/urgentes em número de 14.
No CHP foram canceladas 73 cirurgias programadas e realizadas 11 oncológicas/urgentes.

Aproveitamos para agradecer a todos os colegas que estão a fazer este esforço tremendo,desde os colegas em greve dos blocos abrangidos , aos que diáriamente os vão apoiando através dos piquetes, aos que individualmente contribuem diáriamente com palavras de incentivo nas redes ou no dia a dia,à população que compreende a nossa luta, como uma luta deles também e pela defesa de um SNS para todos, com a qualidade que os portugueses merecem .

Um bem hajam a TODOS!

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03/12/2018
Briefing

Boa tarde colegas. Ao 8º dia de Greve Cirúrgica, a comunicação social finalmente retirou a mordaça que não nos permitia falar e dizer as verdades e injustiças que têm sido ditas a propósito da classe e que têm de forma implícita dado a conhecer à população uma realidade paralela, longe do que se passa nas nossas instituições e com os profissionais de Enfermagem.

De Norte a Sul do país, os representantes do SINDEPOR, tiveram finalmente hoje a oportunidade de dar a conhecer a realidade que afeta o país, o SNS e os Enfermeiros, apresentando as verdadeiras causas que nos fizeram enveredar por uma luta diferente, mas com o mesmo propósito de anos de indiferença, de abuso de competências adquiridas, de desmotivação.

Mantemos os níveis elevados de adesão a nível dos blocos com uma percentagem sempre elevada e a aproximar-se dos 100%, com desmarcação de cirurgias programadas e a assegurar em permanência de mínimos todas as cirurgias oncológicas graves e muito graves e urgências diferidas.

No CHLN foram canceladas cerca de 100 cirurgias programadas e garantidas as oncológicas e urgências diferidas.
No CHS foram canceladas as 21 cirurgias programadas para hoje.
Nos CHUC, hoje todas as 99 cirurgias programadas foram canceladas, tendo sido realizadas 18 cirurgias oncológicas/urgentes.
No Porto no CHCP e CHS.JOÃO, foram canceladas hoje um total de 130 cirurgias programadas e realizadas 25 cirurgias oncológicas/urgentes.

Continuamos abertos a negociações como sempre estivemos, de forma cordial, coerente, competente e responsável (ao contrário do que a Ministra da Saúde declarou à imprensa), sem admitir qualquer suspensão de greve, sem que os pressupostos, as garantias e os direitos de todos os enfermeiros, emanados nos objetivos, sejam garantidos por parte do governo e da tutela.

Neste sentido, e tendo nós dia 20/11 assinado um protocolo negocial em conjunto com outra estrutura sindical (ASPE), e tendo sido estabelecido, reuniões de entendimento nas 1ªs quartas-feiras e 3ªs quartas-feiras do mês, embora não tendo sido convocados pela tutela para reunião no dia 5 de Dezembro, 4ª feira (ao contrário de outras forças sindicais), iremos estar presentes à porta da ACSS, no intuito de saberem que estamos e estaremos sempre prontos a negociar, desde que não haja imposições de términus de greve para nos reunirmos.

O términus da greve aliás será somente uma realidade, estando as garantias devidamente dadas e assinadas pela tutela de uma carreira que cumpra os anseios da classe em geral.

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30/11/2018
Briefing

Chegámos ao 7º dia de greve e mantemos a força, resistência e perseverança que nos caracteriza. Depois de sermos mal tratados e difamados por um representante de outra ordem profissional, tivemos a nossa resposta à altura dos pergaminhos dos enfermeiros, enquanto Sindicato que surgiu para fazer diferente, sempre ao lado de TODOS nesta luta. Os piquetes continuarão a estar em força pelas instituições, para garantir a protecção e o direito à greve.

Continuamos com uma adesão quase a roçar nos 100%, o que diz à tutela que nada nos demoverá até que sejamos verdadeiramente ouvidos e que se mude o rumo de anos de marasmo.

Os números de cirurgias programadas embora manipulados e mascarados pelas desmarcações feitas por alguns CA, permitem-nos afirmar que ultrapassam já as mais de 3000 cirurgias.

Nos CHUC hoje tivemos um total de 114 cirurgias programadas adiadas e realizadas 31 cirurgias oncológicas/urgentes;
No CHLN, conseguimos apurar 6 cirurgias canceladas no Hospital Pulido Valente enquanto no Hospital de Santa Maria não se conseguiu aceder aos números do dia;
No CHS, tivemos 21 cirurgias programadas canceladas;
No Porto no CHSJ tivemos 82 cirurgias programadas canceladas e no CHP foram 88 cirurgias programadas canceladas e 6 de oncologia/urgência realizadas.

Aproveitamos para apelar aos colegas que possam e queiram estar presentes no dia 3/12 nas concentrações de apoio aos colegas de bloco em greve, que se irão realizar a partir das 9h em Lisboa no Hospital de Santa Maria, em Coimbra na Praça da República (onde estará uma carrinha do IPS para quem pretenda doar sangue e serão realizados rastreios gratuitos à população cardiovasculares e de diabetes) e no Porto com concentração em frente ao Hospital de Santo António.

Anunciamos também que ao contrário da vontade de muitos, o PARECER pedido pela Ministra à Procuradoria Geral da República nos foi FAVORÁVEL, re-confirmando a licitude da greve decretada por nós SINDEPOR e pela ASPE.

Continuamos na LUTA, à espera de decisões por parte da tutela que nos elevem ao lugar que verdadeiramente merecemos. Até lá, GREVE CIRÚRGICA!

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29/11/2018
Briefing

Boa tarde colegas. Ao 6° dia de greve mantemos uma adesão a rondar os 95%, atingindo hoje a marca de cerca de 2500 cirurgias programadas adiadas, por culpa exclusiva da tutela( não contabilizando as não realizadas em programa adicional- SIGIC ).

Mantêm-se situações de desmarcação de cirurgias programadas em algumas instituições como tentativa de mascarar os números.

No CHLN com números parciais, apurámos 59 cirurgias programadas não realizadas e operadas 7 cirurgias oncológicas/urgentes.

Nos CHUC 120 cirurgias programadas ficaram por realizar,tendo sido realizadas 20 cirurgias oncológicas/urgentes.

No CHS ficaram por realizar na sua totalidade as 28 cirurgias programadas e realizadas 3 oncológicas.

No Porto nos CHP e CHSJ foram canceladas todas as cirurgias programadas num total de 111 e realizadas as oncológicas /urgentes num total de 25.

Têm sido garantidas todas as cirurgias oncológicas(graves e muito graves) e de urgência dando cumprimento aos mínimos estabelecidos.

Mantém-se a não realização da maioria das cirurgias de combate às listas de espera (SIGIC ), inclusive colegas de outras instituições não incluídas no pré-aviso de greve e que por iniciativa própria resolveram parar enquanto a greve cirúrgica estiver a decorrer. Agradecemos a sua tomada de posição e apoio em prol da classe.
Tem-se verificado também que nalguns serviços de internamento cirúrgico, com a redução da lotação em virtude da greve têm sido dadas compensações pelas chefias. Alertamos que durante o período de greve o horário não pode ser alterado e que qualquer alteração que não seja por baixa,não poderá ser realizada. Deverão recusar e contactar os piquetes de greve sempre que isso se verifique e a chefia insista na manutenção do mesmo comportamento.

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NOTAS DE IMPRENSA


REGIONAL


Visita e apresentação do Sindepor aos alunos do 4 ano da Universidade da Madeira
20/11/2018


Sindepor visita Centro de Saúde da Ponta do Sol/Calheta
20/11/2018

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O Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (Sindepor) realizou ontem uma visita ao Centro de Saúde da Ponta do Sol/Canhas, através dos seus representantes Evaristo Faria, Laurindo Pestana e Óscar Ferreirinha.


Diário Insular

Novo sindicato de enfermeiros avança também nos Açores
14/11/2018

SINDEPOR TEM LUTAS A TRAVAR A NÍVEL NACIONAL E REGIONAL

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Proposta conjunta de alteração da CARREIRA ESPECIAL DE ENFERMAGEM
08-11-2018

Proposta de TABELA REMUNERATÓRIA para a CARREIRA ESPECIAL DE ENFERMAGEM:

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Visita à assembleia - Grupo parlamentar do PCP e CDS-PP
07/11/2018

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O SINDEPOR esteve hoje presente na Assembleia da República, para ser recebido pelos grupos parlamentares do PCP e do CDS-PP. Representados pelo Vice-Presidente Ulisses Rolim, Jorge correia (responsável pelo Departamento Jurídico ) e pelo futuro Presidente da Regional Sul, Luís Mós.

Expostos todos os problemas que atravessam a classe, mantendo a equidistância, neutralidade e isenção que nos caracteriza, agradecemos a oportunidade e interesse demonstrado pelos deputados, em mostrarmos o porquê do descontentamento de toda uma classe em luta por uma justa e digna carreira para TODOS os Enfermeiros. Mudar é preciso!


O SINDEPOR reune-se pela primeira vez com a Ministra da Saúde
06/11/2018


Reunião com a Ministra da Saúde
05/11/2018

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O SINDEPOR anuncia que hoje, decorrente da reunião com a Ministra da Saúde, foi entregue a proposta de carreira conjunta com a ASPE,tendo sido aberta uma mesa negocial entre SINDEPOR e ASPE e o Ministério da Saúde , sendo que a primeira reunião será no dia 15 de Novembro. Logo pelas 16h30 será dada uma conferência de imprensa na sede da UGT, onde serão dados mais pormenores.


Re-Convocação de Greve Cirúrgica
03-11-2018

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Enfermeiros angariaram 300 mil euros para financiar greve prolongada
02/11/2018

O SINDEPOR, congratula todos os colegas, alunos, familiares e amigos, que contribuíram para este crowdfunding, para que a profissão consiga lutar de forma diferente. Cá estaremos para lutar por todos e fazer o nosso papel enquanto sindicato. Porque MUDAR É PRECISO!

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Enfº Carlos Ramalho
Presidente do SINDEPOR

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===========»Caros Colegas«===========

 

Como é habitual nestas situações, enquanto uns se empenham de corpo e alma, para levar de vencida os obstáculos que nos surgem no caminho, outros, tentam por todos os meios criar-nos entraves.

A Greve Cirúrgica está em curso e de forma muito bem-sucedida, quer nos seus objetivos quer na sua operacionalização.

É um processo irreversível e imparável bem patente na atitude dos colegas que têm colaborado com os seus donativos, e dos Sindicatos que a apoiam e convocaram.

Quero desde já garantir aos enfermeiros de todo o País que ela se VAI REALIZAR.

No entanto, o SINDEPOR irá gerir a sua informação e atuação de forma mais cautelosa, sem esquecer TODOS os Enfermeiros e os salvaguardar dos seus direitos.

Compreendemos apesar de tudo, que TODOS queiram estar informados, no entanto existem colegas que querem ajudar e os que “nem por isso”, os que alinham pela transparência, os que “turvam” e “deturpam” essa condição.

Garantimos que Todos serão informados atempadamente, de acordo com a sucessão de acontecimentos, mas o que pedimos é que confiem no SINDEPOR, dando-nos o direito ao benefício da dúvida.

Tudo está a ser previsto e salvaguardado para que esta greve seja um sucesso e por agora, o que solicitamos aos enfermeiros, é que guardem os seus elogios ou as suas críticas para quando chegar o momento de o fazer.

Temos que ter a capacidade de aprender com os erros dos outros e a obrigação de não os repetir.

Todas as informações sobre esta matéria que não saiam desta página do SINDEPOR do Facebook, ou do site, não serão consideradas oficiais.

Estamos a trabalhar com empenho, seriedade e dedicação e os resultados serão avaliados por todos.

Brevemente iremos convocar a comunicação Social para informar de mais detalhes, sobre alguns aspetos ainda desconhecidos.

Porque consideramos que as atitudes valem mais do que meras palavras, apelo a todos os enfermeiros que possam, continuem a contribuir para o fundo, tal como eu, já o voltei a fazer.

 

Abraço a TODOS os que acreditam na mudança.

 

O Presidente, Enfº Carlos Ramalho

PORQUE APOIAMOS A “GREVE CIRURGICA”?

Porque no SINDEPOR acreditamos que chegou o momento por que todos aguardávamos.

Porque este sindicato foi constituído com esse fim, escutar os enfermeiros, ouvir as suas sugestões e tentar pô-las em prática.

Porque é tempo de transformar a crescente revolta e indignação em processos de luta que realmente tenham um verdadeiro impacto e assim convençam o Governo que estamos dispostos a lutar com todas as forças e os mecanismos legais disponíveis.

Porque estamos cansados de promessas e de esforços inconsequentes.

Porque prometemos que iríamos ser ousados, para tentar mudar os procedimentos do sindicalismo na enfermagem, e sempre afirmámos que MUDAR, É PRECISO!….

Porque os enfermeiros também precisam de ACREDITAR QUE É POSSÍVEL, MOSTRAR A NOSSA FORÇA.

Porque já é tempo de mostrarem mais RESPEITOpelos Enfermeiros. E sabemos que esse respeito terá que ser CONQUISTADO.

PORQUÊ UMA “GREVE CIRURGICA”?

Foi este o nome que se determinou, porque pretende que tenha uma especial incidência nos Blocos Operatórios.

Ao longo de tantos anos de experiência nos processos de luta sabemos que é sobretudo aí que as greves têm maior impacto mediático.

Também sabemos que serão o número de cirurgias programadas adiadas que vão preocupar e obrigar o Governo a negociar justamente com os enfermeiros.

Como é óbvio, lamentamos os prejuízos que possamos causar à população, mas também gostaríamos que alguém assumisse os nossos acumulados ao longo de muitos anos.

Se quiserem responsabilizar alguém, pensem nos sucessivos GOVERNOS, que têm sistematicamente negligenciado discriminatóriamente o Papel dos Enfermeiros no SNS e na Sociedade em Geral.

Numa Carreira que de ESPECIAL, resta só o nome, temos assistido a uma gradual e indigna desvalorização da profissão à medida que o grau de exigência foi aumentando.

Estamos preparados como nunca para assumir essa exigência, com as competências científicas e técnicas que fomos adquirindo, mas também exigimos o justo RECONHECIMENTO.

 

COMO SE PROCESSA “A GREVE CIRURGICA”?

No fundo não será uma greve muito diferente das que se têm feito, nos aspectos jurídico-legais. A diferença estará na duração e operacionalidade.

O SINDEPOR e a ASPE já convocaram a greve, com anúncio do pré-aviso publicado em meio de comunicação social  de grande divulgação Nacional como a lei determina.

A “greve cirúrgica” foi decretada com início a 8 de Novembro e pode estender-se, se necessário, até dia 31 de Dezembro.

Foi decretada para os três maiores centros Hospitalares do País (S.João, Coimbra e Lisboa Norte). TODOS os enfermeiros, de TODOS os serviços dessas três instituições poderão aderir à greve, mas pretendemos que tenha especial incidência nos BLOCOS OPERATÓRIOS.

Tal como nas outras greves teremos que assegurar OS SERVIÇOS MÍNIMOS INDISPENSÁVEIS PARA OCORRER A NECESSIDADES SOCIAIS IMPRETERÍVEIS, o que significa que as situações urgentes e as cirurgias oncológicas classificadas com grau de prioridade 3 e 4 terão que ser asseguradas. Todas as cirurgias programadas que não se encaixem neste contexto podem e devem ser adiadas se os enfermeiros aderirem à greve.

Tratando-se de uma greve que se poderá prolongar um “grupo” de enfermeiros que se auto-intitulou “grupo greve cirúrgica”, independente dos sindicatos (mas com quem estamos solidários), iniciou uma recolha de fundos para apoiar esta greve e os seus aderentes que trabalham nos Blocos Operatórios.

Não se trata de pagar a ninguém para fazer greve. Nem mesmo pagar ordenados, mas sim de um fundo solidário, que ajudará os enfermeiros, que já de si são mal remunerados a fazer face às suas despesas e responsabilidades sociais e familiares.

E em relação a esta situação, os sindicatos não tem muito mais a acrescentar, já que no compromisso entre as partes ficou bem definido e assumido que cada um terá a sua função, a recolha, operacionalização e distribuição dos fundos de solidariedade NÃO SERÃO, UMA RESPONSABILIDADE DOS SINDICATOS.

O grupo “greve cirúrgica”, tem feito um grande esforço na mobilização, incentivo e angariação dos fundos assim como explicar os procedimentos.

Eles têm uma meta como valor mínimo a atingir, (300.000 euros) sem o qual não será possível concretizar esta GREVE.

NESSE CASO SÓ OS ENFERMEIROS DOS BLOCOS OPERATÓRIOS É QUE LUTAM PELA CLASSE?

Não poderíamos estar mais em desacordo. Nesta greve TODOS teremos que ter o nosso papel.

- O SINDEPOR e a ASPE, decretam, operacionalizam e apoiam os colegas grevistas. Porque vamos estar presencialmente junto dos colegas em greve. Também disponíveis para informar junto da comunicação social os resultados da greve. Também já nos comprometemos a não desconvocar esta greve, sem garantias escritas, de forma clara e inequívoca do cumprimento das nossas exigências e que estão enunciadas nos objectivos da greve, publicadas no pré- aviso.

- Os enfermeiros dos Blocos Operatórios das instituições visadas estarão disponíveis para FAZER GREVE e abdicar temporariamente da PRODUÇÃO ADICIONAL (SIGIC), por forma a não boicotarem a SUA PRÓPRIA PARTICIPAÇÃO NA LUTA.

Serão compensados pelos prejuízos de acordo com as regras que o grupo “greve cirúrgica”, estabeleceu.

- Os enfermeiros dos restantes serviços das instituições visadas, também poderão fazer greve, se assim entenderem e se prestarem os “serviços mínimos” serão pagos pelas instituições (não haverá claramente a capacidade de compensar todos).

- Os restantes enfermeiros das restantes instituições do País, participam nos donativos e disponibilizam-se para participar em concentrações organizadas pelos Sindicatos à porta das instituições visadas.

DESTA FORMA TODOS PODERÃO PARTICIPAR NUMA LUTA QUE É DE TODOS PARA TODOS.

ESTA GREVE TEM TUDO PARA SER EFICAZ, CASO OS ENFERMEIROS SE MOBILIZEM.

LEMBRAMOS QUE FOI SEMPRE ALGO DESTE GÉNERO QUE OS ENFERMEIROS EXIGIAM AOS SINDICATOS.

NESTE MOMENTO ESTES SINDICATOS NÃO TEM CAPACIDADE FINANCEIRA PARA PARTICIPAR ATIVAMENTE NOS DONATIVOS, MAS OS NOSSOS MEMBROS DOS CORPOS GERENTES E ASSOCIADOS JÁ O FIZERAM INDIVIDUALMENTE.

PORQUE O SINDEPOR E A ASPE DIZEM PRESENTE!


INFORMAÇÃO ENVIADA À COMUNICAÇÃO SOCIAL

22/10/2018

Carlos_Ramalho-Presidente_do_SINDEPOR
Caros

Senhores Jornalistas,

Como já havíamos anunciado, após as greves de 20 e 21 de Setembro e as de 10, 11, 16, 17 18 e 19 de Outubro, que culminaram com a grande manifestação em frente ao Ministério da Saúde, o processo de luta vai continuar e intensificar-se, uma vez que da parte do Governo não houve abertura, nem datas assumidas para negociação e assim atender às justas reivindicações dos enfermeiros (lembro que até o próprio anterior Ministro da Saúde considerou as nossas reivindicações JUSTAS).

Será assim, na sequência deste processo de luta , tal como o SINDEPOR (Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal) já tinha anunciado, que vamos intensificar a nossa posição até onde for necessário, (porque é isso que os profissionais de Enfermagem exigem) e decretar nova GREVE, mas desta feita, de forma mais efectiva nos Blocos Operatórios dos três maiores Centros Hospitalares do País.

A saber:
- Centro Hospitalar e universitário de S. João no Porto
- Centro Hospitalar e universitário de Coimbra
- Centro Hospitalar e universitário de Lisboa Norte.

Esta greve será anunciada por tempo "prolongado", com datas a anunciar na conferência de imprensa e pretende paralisar TODAS as cirurgias programadas, já que este Sindicato é constituído por pessoas responsáveis e garante a prestação, de acordo com as leis vigentes dos SERVIÇOS MÍNIMOS indispensáveis para ocorrer às necessidades SOCIAIS IMPRETERÍVEIS.

Neste contexto todos os órgãos de comunicação social estão convocados para a referida conferência de imprensa a realizar no dia 23 de Outubro de 2018, nas instalações da Secção Regional do Norte da Ordem dos Enfermeiros (rua latino coelho, nº 352, 4000-314, Porto), pelas 16.30 horas.

Cumprimentos,

O Presidente da Direcção do SINDEPOR

Carlos Ramalho


20/10/2018

Greve Cirúrgica


A Enfermagem em LUTA !!!


Veja esta e outras informações no nosso Facebook.

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Toda a verdade, porque só merecemos a verdade!!
23/08/2018

Carlos_Ramalho-Presidente_do_SINDEPOR

Toda a verdade, porque só merecemos a verdade!!
Colegas, companheiros de luta, comprometo—me a contar—vos toda a verdade possível,

Leia na íntegra todo o comunicado do nosso Presidente Carlos Ramalho.

SE REALMENTE QUEREM ALGUMA COISA, VAI CHEGAR BREVEMENTE O MOMENTO DE O DEMONSTRAREM, COM ATITUDES E NÃO SÓ COM PALAVRAS.

Atentamente

Carlos Ramalho — Presidente do SINDEPOR


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Porque MUDAR É PRECISO...

Colega, inscreve-te no SINDEPOR para o bem da tua carreira!


Comunicado
16/08/2018

Por acharmos que é de fundamental importância o esclarecimento, pois é ele a base de tomadas de decisão, também elas esclarecidas e fundamentadas, publicamos um conjunto de fotografias com um resumo de propostas para a Carreira de Enfermagem, que enviámos ao governo DESDE MARÇO DO CORRENTE ANO!! INCLUINDO A NOSSA PROPOSTA DE TABELA REMUNERATÓRIA!!


Comunicado

Carlos_Ramalho-Presidente_do_SINDEPOR

16/08/2018

Como o SINDEPOR sempre afirmou, o caminho só pode ser o da convergência. Da nossa parte sempre contribuímos e continuaremos a cooperar para tornar possível a união de esforços entre os sindicatos.

No próximo dia 22 de Agosto, todos os sindicatos estarão reunidos para avaliar a situação actual, esperemos que até lá o Governo apresente a sua proposta como assumiu. Em função disso, os sindicatos anunciarão as suas intenções.

Também estão previstas reuniões com a Ordem dos Enfermeiros e com todas as Associações representativas da classe profissional contactadas para o efeito, no sentido de recolher contributos válidos.

Os Enfermeiros devem estar atentos e preparados para dar corpo às grandes e necessárias lutas comuns que teremos que travar em nome da nossa prosperidade.

Presidente do SINDEPOR

Carlos Ramalho

Reunião_Sindicatos_10Setembro
Reunião_6agosto

==============»Comunicado«===================

08/08/2018

Caros colegas,

Tenho conhecimento que a expectativa é grande e que os enfermeiros já se pronunciam sobre as reuniões de ontem, dia 6, sem que o SINDEPOR tenha feito algum anúncio oficial.
Isso não é de estranhar, nem ilegítimo, apenas um pouco precipitado, porque devemos falar de factos com conhecimento de causa e esses ainda não foram totalmente conhecidos.
Para os factos serem conhecidos teremos que garantir que toda a verdade está assegurada e não bastará opinarmos de forma inflamada e precipitada baseados em ideias preconcebidas a que todos estamos sujeitos a ceder.
Não vamos cair no erro de assumir aspectos subjetivos que quando explorados de forma negativa só iriam contribuir para aumentar a confusão e a discórdia. Não contem com o SINDEPOR para alimentar esse grande inimigo que tem sido a divergência de opiniões e posições quando levada pelo caminho errado.
Todos temos direito a manifestar a nossa opinião e até o descontentamento, mas então que o façamos devidamente informados. A bem da nossa profissão todos temos o dever de procurar os aspectos positivos mesmo quando as coisas não correm como gostaríamos.
Passemos então aos factos:
- É verdade que os sindicatos ainda não estão em sintonia perfeita e ainda têm um longo caminho a percorrer (muito à semelhança dos enfermeiros enquanto colegas de profissão).
- É verdade que ontem, dia 6 os sindicatos estiveram reunidos em Lisboa, na sede do SEP (à excepção do SE e SIPE), que não compareceram e cujo resultado mais evidente foi a emissão do comunicado conjunto, já do conhecimento da maioria dos colegas.
- É verdade que este comunicado por ser conjunto, está assinado por TODOS os sindicatos e nem todos estiveram presentes por razões que nos ultrapassam. Contudo só foi emitido após TODOS tomarem conhecimento e aprovarem, o que o valida e responsabiliza cada um dos signatários.
- É verdade que cada sindicato tomou a sua decisão livremente de estar ou não presente na reunião da tarde com a Ordem dos Enfermeiros. O SINDEPOR, responsável pelo apelo inicial que tinha lançado e tendo respondido afirmativamente ao repto lançado pela Exmª Bastonária Enfª Ana Rita Cavaco, esteve presente como não poderia deixar de estar e cumpriu assim desta forma com o compromisso assumido. Não nos compete fazer julgamentos ou juízos de valor, cada um foi livre de tomar a sua decisão. Desta forma pelas 12h30 o SINDEPOR abandonou os trabalhos sindicais com os outros sindicatos que continuaram reunidos.
- É verdade que a reunião com a Ordem dos Enfermeiros se realizou ainda que em moldes diferentes (do ponto de vista formal) meia hora após o anunciado, com a presença da Digníssima Bastonária, o seu Vice-Bastonário, os Presidentes das seções regionais do Norte e Sul, assim como de representantes do Mnenf. e da associação Mnesmo.
- É verdade que a reunião decorreu de forma cordial e participativa e todos tiveram a oportunidade de se pronunciar e assim exprimir as suas legítimas preocupações.
- È verdade que a reunião foi muito produtiva. Bem dirigida e moderados pela Sra. Bastonária que reiterou as suas já conhecidas e divulgadas preocupações com o andamento das negociações dos sindicatos com o Ministério da Saúde, preocupações que o SINDEPOR partilha, devido aos sucessivos adiamentos e consequentes impasses verificados.
- É verdade que o SINDEPOR, não estando mandatado para defender e se pronunciar sobre as posições dos outros sindicatos, defendeu a função do sindicalismo na enfermagem, e clarificou as funções de cada uma das instituições presentes, sendo por todos reconhecido que legal e estatutariamente é aos sindicatos que compete a negociação e defesa dos interesse dos trabalhadores enfermeiros.
- É verdade que foi assumido pelo SINDEPOR que todos os contributos serão desejáveis e necessários e que os sindicatos devem estar disponíveis para reunir e valorizar os contributos dos enfermeiros, venham eles de onde vierem. Ninguém vai ficar de fora se assim o desejar.
- É verdade que o SINDEPOR, tal como sempre assumiu, vai continuar a colaborar sempre que possível e dentro das competências estatutárias com a Ordem dos Enfermeiros, pois entende que isso será benéfico para todos os enfermeiros.
- É verdade que os sindicatos continuam a desenvolver um diálogo construtivo, no sentido de continuar a desenvolver esforços para atingir os seus objetivos que são comuns, mesmo que por vezes não pareçam.
- É verdade que já foram anunciadas formas de luta, e ainda que não tivessem tido uma concordância comum, nenhum sindicato se vai opor ou desincentivar essas lutas, e todos cá estaremos para apoiar os nossos associados ou aqueles que vierem a ser, já que a decisão de participar numa greve será sempre em última instância a decisão individual de cada trabalhador, sendo essa decisão tomada de forma livre, consciente e livre de qualquer coação.
- É verdade que os sindicatos, compreendem agora, mais do que nunca, que estamos numa fase em que será necessário unir esforços para dar um sinal claro ao governo que a enfermagem está determinada e não vai abdicar das suas justas reivindicações.
- É verdade que o Governo se comprometeu até dia 15 de Agosto em apresentar uma proposta (ou contra-proposta, como entenderem), e caso isso aconteça, ou não, já está prevista reacção.
- Finalmente, também é verdade que a próxima reunião agendada entre os sindicatos será na "nossa" casa, no dia 22 na sede Nacional da UGT e pretendemos se necessário anunciar em conferência de imprensa duras formas de luta para as quais TODOS os enfermeiros estão desde já convocados. Guardem alguma da vossa energia para a SEGUNDA QUINZENA de SETEMBRO, quando pretendermos mostrar ao governo e ao país qual é a verdadeira força e determinação dos enfermeiros, pois já percebemos que não será só a continuar a demonstrar a nossa competência e dedicação que seremos respeitados. Principalmente em Setembro, TODOS unidos poderemos com a nossa luta, atingir os nossos objetivos.
Todos os enfermeiros perguntam o que os sindicatos podem fazer pela profissão, vai brevemente chegar a hora de também os sindicatos perguntarem aos enfermeiros o que podem ou querem fazer por si próprios.
O SINDEPOR como sempre se comprometeu vai estar á altura de contribuir para a união e coesão do que todos reclamamos, veremos se os enfermeiros estarão à altura desse desafio, acreditamos que sim, caso contrário, de nada valerá este esforço.
Assim, o SINDEPOR vem aqui expor a verdade dos factos e tudo o que se diga em contrário, NÃO CORRESPONDERÁ à VERDADE. Não contem connosco para andar a alimentar controvérsias nas redes sociais, pois não vamos colaborar com aqueles que por falta de informação ou com intenções contrárias aos interesses da profissão semeiam a confusão e a discórdia.
Mais que as palavras, que nos possam iludir com a sua eloquência estão as atitudes. Essas sim, deveremos avaliá-las com isenção e depois concluir quem faz melhor ou quem apenas fala e nada faz .

Carlos Ramalho


========À ATENÇÃO DE TODOS OS ENFERMEIROS========

As nossas parcerias.
Aproveite as vantagens de ser Sócio do SINDEPOR:

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25/07/2018

============»Comunicado«============

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Caros Colegas,

No dia 25/07/2018, o SINDEPOR juntamente com os restantes sindicatos que actualmente compõem a FENSE (SE, SIPE e ASPE), esteve presente na ACSS em mais uma ronda negocial.
Não tenhamos ilusões, a FENSE enquanto conjunto de sindicatos unidos com o objectivo de defender os interesses dos enfermeiros, ainda tem um caminho a percorrer.
Mas, como foi desde sempre o nosso compromisso, tudo temos feito para que esse caminho seja possível e iremos SEMPRE pôr em primeiro lugar, o superior interesse dos enfermeiros e da Enfermagem.
Quem não quiser seguir esse resiliente caminho não é digno de representar a nossa profissão.
Os diferendos resolvem-se com diálogo e respeito mútuo entre as partes e não bastará simples declarações de intenções para assumir compromissos comuns, é preciso que os comportamentos e atitudes sejam compatíveis com o discurso.
No entanto, e porque esse foi sempre o nosso compromisso, não vamos abdicar da possibilidade de concertar as nossas posições e tentar estabelecer os necessários consensos nesse sentido. Como sempre anunciámos, decretar formas de luta implica pedir sacrifícios aos enfermeiros, e esses sacrifícios terão que “VALER A PENA” sob risco de terem sido em vão.
Sempre dissemos que só participaríamos numa greve (que é a forma de luta mais gravosa e também a mais eficaz desde que tenha uma participação massiva), desde que houvesse condições para TODOS os SINDICATOS se envolverem nessa grande luta. De outra forma teremos o que sempre temos tido e que deixamos à consideração de cada um.
Assim, em jeito de conclusão, neste momento decisivo em que estamos com dificuldade em nos impor nas negociações, cada enfermeiro(a), sindicalizado ou não, deverá pedir explicações aos sindicatos sobre os motivos porque não estamos unidos como deveríamos, como é o caso de outros profissionais, que têm conseguido importante e eficaz mediatismo nas suas lutas laborais.
Da nossa parte, estamos a dar as explicações possíveis, isto depois de termos anunciado mais uma reunião, que aconteceu depois de dois adiamentos num claro desrespeito por parte deste Governo, pela nossa classe profissional tão mal tratada e desrespeitada.
Para nós SINDEPOR, foi apenas a segunda reunião negocial, não podemos assumir a responsabilidade do que se passou até aqui, mas queremos ser responsabilizados por aquilo que se irá passar no futuro, e para isso é preciso que os enfermeiros tomem consciência que o processo tem condições para avançar, mas é necessário agir.
Não avançámos o que seria desejável e não vamos “para já” definir formas de luta antes de consultar os nossos órgãos competentes, de acordo com os estatutos. Mas vamos tomar posição, podem crer! Foi para isso que nos constituímos em Setembro de 2017.
Queremos uma luta séria para exigir os nossos direitos, mas concertada com tudo e com todos e desde já fica o desafio a TODAS as FORÇAS SINDICAIS e aos ENFERMEIROS em geral para que se unam, e também exijam essa UNIÃO.
Só para terem uma ideia, o Governo ainda nem assume de forma taxativa, que uma reestruturação da nossa carreira terá que passar no mínimo por três categorias, onde o papel do Enfermeiro Especialista passe por uma categoria que dignifique aqueles que já o são e aos que têm as legítimas expectativas de virem a ser. No que respeita aos órgão de gestão e direcção o panorama não é diferente.
Da parte do SINDEPOR nunca aceitaremos isso, tal como nunca aceitaremos o facto de aprovar uma carreira onde a nossa profissão não se enquadre na carreira técnica superior, enquanto carreira “especial”, naquilo que esse estatuto prevê e considera.
Tudo está em aberto, mas o tempo começa a escassear, por isso colegas enfermeiros se pretendem de facto vir a ter uma carreira digna e que nos valorize este é mais do que nunca O MOMENTO de se associarem e exigirem junto do sindicato que escolherem, o contributo necessário para prossecução destes objectivos. Porque MUDAR É PRECISO...

O presidente da direcção do SINDEPOR
Enfermeiro Carlos Ramalho

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=» NOTA INFORMATIVA A TODOS OS ENFERMEIROS «=
15/06/2018

O SINDEPOR tem conhecimento que a grande maioria dos Enfermeiros ainda não foi notificado individualmente da sua pontuação, cumprindo o pressuposto na Lei nº 144/2017, de 29 de dezembro, no artigo 18, ponto nº 4. Assim sendo, e porque não bastará informar coletivamente os colegas da sua situação devido à especificidade de cada um, o SINDEPOR vai requerer junto das instituições que ainda não o fizeram, a avaliação individual de todos os enfermeiros (associados e não associados), cumprindo os pressupostos da lei. Cabe-nos como sindicato de Enfermagem lutar por todos nesta fase, para que depois os Enfermeiros já com conhecimento de causa, possam agir de acordo com a sua pontuação atribuída conforme achem necessário.
Relembramos os nossos associados e todos os que se queiram associar a nós, que temos disponível uma minuta de contestação de pontos, a ser utilizada de acordo com pontuações que entretanto sejam individualmente mal atribuídas.

Porque mudar é preciso!

Inscrição disponível online em www.sindepor.pt


=»NOTA INFORMATIVA A TODOS OS ENFERMEIROS«=
11/07/2018

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Desde a sua criação, o SINDEPOR tem sido um verdadeiro promotor da união entre sindicatos, apostando no diálogo genuíno e na convergência de posições. Graças ao trabalho desenvolvido e à postura assumida perante os pares foi esboçada a união sindical consolidada no acordo assinado a 14 de maio.
Resultado dessa união, dia 10 de julho foi promovida mais uma reunião entre todas as estruturas sindicais para analisar a evolução das negociações da carreira. Por questões de agenda não foi possível ao SINDEPOR fazer-se representar em tempo útil, o que inviabilizou a subscrição do comunicado conjunto das conclusões do encontro.
Mantendo-se fiel ao compromisso assumido com a união sindical em prol da Enfermagem, o SINDEPOR corrobora o ponto de situação da negociação da carreira especial de enfermagem, nomeadamente:
1. O governo assumiu que fechava a alteração e a negociação da carreira de enfermagem no primeiro semestre de 2018, contudo só criou as condições para estabelecer os protocolos negociais em março.
2. Os sindicatos já cumpriram a sua responsabilidade de entregar as propostas de alteração da carreira especial de enfermagem, nos termos acordados entre todos a 14 de maio.
3. Atualmente, verifica-se um impasse nas negociações por via da inoperância do Ministério da Saúde e do Ministério das Finanças para desenvolver o processo negocial.
4. A situação de injustiça em que os enfermeiros exercem a profissão e as condições de trabalho em que estes se encontram a assegurar os serviços continua a degradar-se sem que se vislumbre vontade política para as resolver.
Posto isto, o SINDEPOR assume-se inteiramente alinhado com a estratégia definida nesta reunião, subscrevendo e apoiando os pontos acordados:
1. Exigir ao governo a negociação integral da carreira e de todas as matérias conexas, incluindo grelha salarial que contemple todos os princípios acordados entre os sindicatos de enfermeiros, até ao dia 19 julho.
2. Caso o governo não materialize a sua posição, no prazo estipulado, os sindicatos anunciarão em conjunto formas de luta.

3. Para esse feito fica desde já agendada reunião entre todos os sindicatos para definirem as formas de luta conjuntas a iniciar na segunda quinzena de setembro.


ADENDA AO PROTOCOLO NEGOCIAL DA FENSE
27/06/2018

O SINDEPOR, juntamente com as restantes estruturas sindicais que integram actualmente a FENSE (SE, SIPE e ASPE), esteve reunido no dia 27 de Junho nas instalações da ACSS em Lisboa, onde assinou a ADENDA AO PROTOCOLO NEGOCIAL DA FENSE. Desta forma, oficializámos a nossa participação em pé de igualdade com os restantes sindicatos, no processo negocial da carreira que agora se iniciou.

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O SINDEPOR, esteve representado pelo seu Presidente Enfermeiro Carlos Ramalho, pelo vice-Presidente Enfermeiro Ulisses Rolim e pelo Vogal da Direção Enfermeiro Jorge Correia. Da parte da ACSS liderou os trabalhos o Sr. Doutor Pedro Alexandre. A reunião decorreu com grande cordialidade e espírito de cooperação.

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Ambas as partes concordaram que é fundamental dar continuidade aos trabalhos iniciados no sentido de obter, pela via da negociação uma Carreira Especial de Enfermagem na qual os seus profissionais se revejam, se sintam valorizados e dignificados.

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Da parte do SINDEPOR, reforçámos a ideia de que será necessário bem como do Ministério da Saúde e Finanças, a continuação de uma atitude negocial positiva, assim como a disponibilidade para acelerar este diálogo com as quatro estruturas sindicais.

A próxima reunião negocial, ficou agendada para o dia 4 de Julho.


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Carlos Ramalho
Presidente do SINDEPOR e da Comissão Instaladora.
(céd. Profissional nº 24408)

Mensagem do Presidente

Caros colegas

Desde sempre a Humanidade compreendeu a importância do trabalho como fator de progresso e desenvolvimento das sociedades. Com o tempo o trabalho foi-se especializando e adquirindo direitos para os trabalhadores. Tornou-se ele próprio um direito e os trabalhadores legitimamente ambicionam melhores condições de trabalho e retribuição.

Aos trabalhadores é exigido maior empenho e qualificações, e em troca eles exigem as condições que lhes permitam ter uma vida digna, compatível com o que lhe é exigido.

As vantagens da união de esforços são evidentes. Trata-se de um desígnio que ultrapassa a própria condição humana. É algo instintivo e frequentemente observável na natureza dos seres vivos.

Assim chegámos ao sindicalismo. Por necessidade os trabalhadores uniram-se e organizaram-se para conjuntamente se tornarem mais fortes e poderem influenciar o seu próprio destino.

Não devemos desvalorizar o papel do sindicalismo, foi uma conquista da democracia, esse direito está na Constituição Portuguesa. O sindicalismo é um instrumento democrático e legítimo na defesa do valor do trabalho e de quem o pratica.

Se estamos descontentes, não é ao sindicalismo que deveremos pedir responsabilidades mas sim aos sindicatos e aos sindicalistas que o praticam. Se não gostamos dos resultados atingidos pelos atuais sindicatos, pois que se mudem os sindicatos, mas é essencial que os trabalhadores lutem pelos seus direitos e aspirações.

Agora em relação aos enfermeiros, tomam-nos por fracos e tratam-nos dessa forma e a verdade é que também temos contribuído para isso. Sejamos honestos, basta olhar para dentro e reconhecer que não temos conseguido estar unidos nem nas questões mais básicas. Quando nos unimos, conseguimos fazer a diferença, mas como sempre depois não conseguimos manter essa coesão.

O SINDEPOR é um sindicato de enfermeiros recém-formado e que foi criado com esse espírito. Manter o sindicalismo vivo e ativo em proveito dos enfermeiros.

Admitimos que não temos experiência sindical, mas essa condição não tem sido preponderante. Basta olhar para os resultados até aqui obtidos.

Consideramos que a Greve, é uma arma poderosa, indispensável nas situações em que se esgota a capacidade de diálogo e negociação. Mas quando mal utilizada essa arma vira-se contra nós tornando-nos mais frágeis e vulneráveis. Uma greve é para todos os efeitos um esforço acrescido que se pede aos enfermeiros. Só resulta se eles aderirem em força, e para que eles adiram é necessário que percebam que vai valer a pena esse esforço. Temos que repensar as formas de luta, temos que inovar. Temos que procurar formas de manifestar o nosso descontentamento, minimizando os prejuízos para os utentes, e opinião pública que queremos ter do nosso lado.

O nosso sindicato está constituído. Estamos em fase de construção do caderno reivindicativo para 2018. Acreditamos que é possível estabelecer consensos, mesmo numa profissão onde foram criadas tantas diferenciações e desigualdades. Que isso seja um motivo para nos unirmos e não o contrário. Queremos estar ao lado da Ordem e das associações e movimentos existentes numa luta comum pela dignificação da profissão.

Não nos constituímos para combater as outras forças sindicais existentes. Quando a Luta pela valorização profissional o impuser, saberemos estar do lado certo, sem agenda política nem interesses ocultos. Saberemos adotar uma postura responsável.

Mas pretendemos ser uma alternativa, e neste momento, tudo o que pedimos é que os enfermeiros se sindicalizem no SINDEPOR. Sabemos que todos estão desmotivados. Sabemos que estão desiludidos com os sindicatos existentes. Mas nós estamos a começar agora e por isso reclamamos o direito ao benefício da dúvida.

Não vou aqui falar das nossas propostas, deixando isso para consulta no nosso site. Mas temos estado atentos às propostas e comentários dos enfermeiros nas redes sociais. Podemos acrescentar que lemos atentamente as propostas da Ordem dos Enfermeiros e encontrámos muitos pontos de convergência.

É preciso que as coisas mudem, O SINDEPOR pretende ser o protagonista desta mudança de paradigma. Com humildade, mas determinação é preciso agir.

Para finalizar, quero aqui deixar um desafio a todos os Enfermeiros. Juntem-se a nós porque

“Mudar, é preciso”.

O Presidente da Direção do SINDEPOR

Carlos Ramalho


Presidente

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Vice-Presidente

NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL


Existe um novo sindicato de Enfermeiros.

  Chama-se SINDEPOR e já está a operar em todo o País, incluindo as regiões autónomas da Madeira e Açores.

  Trata-se, portanto, de um sindicato de âmbito Nacional com sede principal em Évora. Ainda este ano irão ser convocadas eleições para formar mais 5 delegações regionais, sediadas no Porto, Coimbra, Lisboa, Funchal e Ponta Delgada.

  Estamos assumidamente filiados na Central Sindical UGT, que nos garante os valores dos princípios do sindicalismo moderno, plural e democrático, com os quais nos identificamos com orgulho.

  O Sindicalismo tem um papel fundamental na defesa e proteção dos direitos dos trabalhadores. No sector da enfermagem esse papel necessita de ser reforçado e reformulado, já que agora, como nunca, os seus profissionais estão indignados.

  Na mesma proporção em que o nível de exigência tem aumentado, o reconhecimento e retribuição tem diminuído de forma drástica. As condições de trabalho degradam-se e sempre que isso acontece são os enfermeiros e os utentes os primeiros a sofrer as consequências.

 O Sistema Nacional de Saúde está fragilizado, tem dificuldade em dar resposta às crescentes solicitações, fruto de um desinvestimento estrutural e humano. Esta situação não é nova. Trata-se de uma situação transversal aos últimos 15 anos, e não seria sensato responsabilizar este ou aquele governo ou as suas opções políticas em particular.

  Este sindicato é composto por profissionais que estão nos seus locais de trabalho, em todo o país. Quando falamos, baseamo-nos na evidência do que presenciamos. Não estamos no sindicalismo por motivações político-partidárias, mas temos uma profissão a defender.

  Para além da dignificação da profissão é nosso propósito contribuir para uma eficiente gestão dos recursos físicos e humanos segundo a perspetiva de quem está no terreno, nos seus locais de trabalho. 

  Quer sejamos profissionais, utentes ou familiares somos muito mais que simples números. Lidar com números para tentar mascarar o indisfarçável é um exercício demagógico com o qual não pactuaremos.

  Os profissionais de Saúde devem ser valorizados, começando pelos até aqui mais discriminados que são sem dúvida os enfermeiros.

  Resumindo, os enfermeiros terão que ter voz ativa na delineação das políticas de Saúde. Somos o maior grupo profissional no sistema nacional de saúde e os  únicos que estão permanentemente  junto dos utentes. Apesar disso, continuamos a ser insuficientes para satisfazer as atuais necessidades. Podem contar com os enfermeiros, somos imprescindíveis e por isso exigimos respeito…….

Consulta o nosso Site: www.sindepor.pt

Ou contacta-nos através do e-mail: sindepor.geral@gmail.com

O Presidente

Carlos Ramalho

O Vice-Presidente

Ulisses Rolim

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